Racismo
Brasileiro
Falam desse racismo, ele existe.
CORTANDO
NO PRÓPRIO CARMA
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Extremamente racistas.
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Racistas.
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Médios.
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Antirracistas.
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Extremamente antirracistas.
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2,5 % e adesistas.
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90,0 %.
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2,5 % e adesistas.
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Os antirracistas não estão identificados com
negros, com amarelos, com vermelhos ou com brancos – é questão
racional-emocional, não diz respeito a raças. Negros podem ser racistas,
brancos podem ser antirracistas.
No restaurante a que fui para almoçar fiquei
reparando nos casais que chegavam, muitos eram brancos com negras, muitos eram
negros com brancas, menos eram orientais, porque os nipo-brasileiros, por
exemplo, que são em torno de 1,0 milhão em 211 milhões, 1/200, sem falar nos
outros descendentes de asiáticos.
CASAIS
São tão comuns que está ficando mais raro
encontrar branco com branca e isso no chamado “núcleo de Vitória” (a Grande Vitória
é o núcleo do ES, Vitória é o núcleo da GV, a Praia do Canto é o núcleo de
Vitória e o lugar de aluguel onde moro é chamado de núcleo – encontrar mestiçadores
aqui não deveria ser comum). A
mestiçagem é grande, sem falar de Dominguinhos (descendente de índios por ambos
os lados, como ele disse. Para onde foram os índios? Não foram mortos, não
foram dizimados, misturaram-se e estão por todo o Brasil).
Esse racismo brasileiro é esquisito. Não é
como nos EUA, onde 12,5 % de negros são decisivamente marcados até a oitava
geração, 240 anos; eles são, em 320 milhões de lá, 40 milhões; no Brasil os
dados antigos que posto são de 44 % de mestiços, em 210 milhões, 92 milhões).
Meu filho, tido como branco, e minha filha anotada pela enfermeira na doação de
sangue como parda, têm por parte de mãe sangue índio há 120 anos ou mais.
É muito esquisito.
As elites negras-mestiças chamam atenção ao
racismo, que existe mesmo. Mas, como perguntei em reação à sócioeconomia, não
se trata de dizer que o Brasil é pobre, isso é mesmo para alguns, mas de
indagar “quem é rico no Brasil? ”.
Quem é racista no Brasil?
Vitória, quarta-feira, 15 de março de 2017.
GAVA.



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