quinta-feira, 16 de março de 2017


Projeto da Universidade Estadual

 

                            Faz tempo venho pregando a construção de uma UE, que pensei colocar nas belas planícies lacustres de Linhares ou nos lindos vales de Burarama, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, para 500 pesquisadores (mestres e doutores) – e suas famílias – desobrigados de dar aulas, exceto para professores, gente dos três governos (políticos do Legislativo, juizes do Judiciário, governantes do Executivo, nos níveis municipal/urbano, estadual e federal), empresários, lideranças trabalhistas e coisas assim.

                             Mas, como deveria ser ela?

                            Em princípio pensei-a apenas como semelhança das atuais, exceto a diferença da desobrigação educacional primária das outras, mas agora posso ver que ela já deveria nascer nos moldes do modelo, a saber, seguindo o Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, Ciência/Técnica e Matemática), segundo as necessidades iniciais, abrindo-se para as exigências tardias dos modos menos dominantes depois. Posição centrada na pontescada tecnocientífica, em particular na pontescada científica (Física/Química, Biologia/p.2, Psicologia/p.3, Informática/p.4, Cosmologia/p.5 e Dialógica/p.6).

                            Estudando as PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos e empresas) e os AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nações e mundo), as bandeiras e as chaves do modelo, tanto do modo prático quanto do teórico, com laboratórios tanto reais quanto virtuais, com dois conselhos, um interior (para a comunidade interna) e um exterior (para a coletividade de produçãorganização). É um dos meus xodozinhos, um dos meus sonhos pacificadores. Como fazer? Um jeito é convencer os governos ou as empresas, outro é pacientemente ir juntando dinheiro, outro é fazer uma pregação por doações pessoambientais.

                            Um outro é ir diretamente a Bill Gates e outros multibilionários americanos, europeus e asiáticos e tentar convencê-los de criar um modelo de universidade que possa ser copiado depois pelos países de primeiro e segundo mundo e, mais desejavelmente ainda, pelos de terceiro e quarto. Enfim, um novo modelo pedagógico, de transferência do Conhecimento organizado, racional, e dos valores sentimentais ou emocionais livres, desimpedidos de obrigações corriqueiras institucionais.

                            Vitória, segunda-feira, 15 de setembro de 2003.

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