Produzirorganizar
É evidente que
segundo os níveis (povo, lideranças, profissionais, pesquisadores, estadistas,
santos/sábios, iluminados) os menos dotados formestruturalmente, em sentimentos
e capacidades de raciocinar, podem contribuir menos – mas há o amor, que é um
grande multiplicador, pois ele leva a maior empenho, dedicação, atenção e, no
final, na soma, a maior produção e até maior produtividade, pois que nos adianta
um sábio cuja herança de nascimento seja tão alta, mas que a dilapida numa vida
de prazeres?
Se a Psicologia
(figuras ou psicanálises, objetivos ou psico-sínteses, produções ou economias,
organizações ou sociologias, espaçotempos ou geo-histórias) no dá como duplo
pólo o produzir/organizar, cada um de nós pode fazer muito, onde quer que se
engaje na busca do Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião,
Filosofia/Ideologia, Ciência/Técnica e Matemática) e na sua aplicação na
solução dos problemas que afligem a humanidade, seja os relativos às fomes do
corpo, seja os relativos às fomes da mente. As PESSOAS (indivíduos, famílias,
grupos e empresas) e os AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nações e
mundo), podem se reunir dois-a-dois, três-a-três, quantos forem, indivíduos com
indivíduos, indivíduos com grupos, como for, para sacar modos novos de
pensimaginar.
No fundo não há
realmente desculpas.
Querendo as pessoas
podem fazer, podem reformar, podem transformar – há tantos exemplos!
Então, toca a fazer,
pois há muito a produzirorganizar em todas as instâncias. Levante-se e vá ajudar!
Vitória, sábado, 06
de setembro de 2003.
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