Missão Africana
Segundo o Almanaque Abril a África tem 53 países
(ao passo que a América do Sul tem 13, contando a Guiana Francesa) e 30,3
milhões de km2, enquanto contamos com 17,9 milhões de km2,
menos de 60 % daquela área. Em 2001 tinha uma população de 811 milhões, ao
passo que a de todas as Américas chegava a 838 milhões, um empate técnico.
Embora a África
esteja nessas alturas quase toda arrebentada socioeconomicamente, exceto a
África do Sul e alguns países árabes, é certo que o futuro é largo. Depois,
grande parte dos brasileiros são descendentes dos de lá. Além de ser missão
humanitária, é do maior interesse políticadministrativo, geo-histórico,
tático-estratégico marcar presença NOTADA. A presença brasileira por lá, em
cada país, por mais modesta que fosse, atrairia imediatamente de volta os
antigos colonizadores (Grã-Bretanha, Bélgica, França, Alemanha, Itália,
Portugal, Espanha, etc.), de modo que arremedar um leve interesse colonialista
(em concordância com os governos locais) atrairia fundos perdidos europeus para
ajudar nossos irmãos.
Além disso, como já
falei, a diversidade de culturas incrementaria em muito toda a pensimaginação
brasileira, em todo o Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião,
Filosofia/Ideologia, Ciência/Técnica e Matemática), especialmente o de fundo
tropical, assemelhado ao de nosso interesse imediato. Os tecnartistas, em
especial, teriam uma chance inigualável de renovação, o que iria estimular a
produçãorganização socioeconômica brasileira, renovando nossas exportações
tanto na Sulamérica quanto nas outras Américas, na Ásia, na Europa, em toda
parte.
Qualquer governo
minimamente inteligente no Brasil iria constituir uma missão africana dividida
em 53 grupos, reagrupados em supergrupos, conforme as superculturas ou
tendências culturais antigas.
Vitória,
segunda-feira, 15 de setembro de 2003.
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