Mídia dos
Profissionais Liberais
Acho que não há uma
avaliação sensata (nem mesmo disparatada) pelos chamados “órgãos de classe”
(órgãos de categoria) sobre os profissionais, que constituem um dos níveis do
modelo: povo, lideranças, profissionais, pesquisadores,
estadistas, santos/sábios e iluminados.
Quantos são, no
total, e quantos são particularmente, por profissão, por estado, por
município/cidade? Quantos estão aposentados e quantos na ativa? Quantos nunca
exerceram, desviando-se para outras atividades? Veja que seria do maior significado
colocar uma mídia (TV, Rádio, Revista, Jornal, Livro/Editoria e Internet) para
os profissionais ditos “liberais” (que são livres) e aqueles ligados aos
governempresas, enfim, para todos eles, tanto no Brasil quando nos outros
países. Rios de dinheiro. Além do quê pode ser criado um programa à Microsoft
(renovável de três em três anos) denominado PROFISSIONAL 1.0, que listasse
informações úteis:
·
Os
órgãos de categoria;
·
Compra
de salas,
·
Investimentos;
·
Como
contratar profissionais de apoio (secretárias, enfermeiras, etc.);
·
Que
máquinas, aparelhos, equipamentos são melhores;
·
Onde
estão acontecendo os congressos, quanto custam, qual o significado real deles;
·
Quanto
custa colocar propaganda;
·
Vale
a pena se associar com outros?;
·
Como
sindicalizar;
·
O
arranjo de consultórios e escritórios por decoradores, escultores, tapeceiros,
etc.;
·
Como
se manter atualizado;
·
Onde
fazer mestrado ou doutorado (vale a pena?);
·
Como
chegar aos governempresas e muitos milhares de perguntas.
Talvez seja algo para uma grande
empresa de comunicações, como a Globo, ou uma internacional, porque de qualquer
modo é projeto gigantesco, com desdobramentos incríveis, até no sentido de
fazê-los dar saltos quantitativos e qualitativos.
É algo a registrar no cartório e
vender como idéia.
Vitória, domingo, 14 de setembro de
2003.
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