Geoalgébrica do
Espaçotempo e o Ligativo
Como nós já
emergimos com o conflito estabelecido entre o par polar de
opostos/complementares, tipo norte/sul, verdade/mentira, espaço/tempo – SÓ DE
SERMOS – calhou de também na geometrialgébrica o mal se fazer, vindo dar nessa
matemática que, de outro modo, primeiro com Pitágoras (grego, 580 a 500 antes
de Cristo) e depois com Newton (inglês 1643 – 1727) poderia facilmente ter dado
ligeirinho o salto para a Matriz de Números ou de Tensores ou de Equações, em
vez de ficar vagando interminavelmente nesses amontoados de choques infantis e
aborrecidíssimos que vemos hoje.
Veríamos em equações
semelhantes, como a que é a ONDA GEOMÉTRICA ou campartícula F = G m1.m2/d2,
de Newton, e as equações da eletricidade, que dão de um lado uma soma atuante
(F), do outro lado uma permissividade ou geometria de campo (G), dois objetos
probabilísticos que trocarão info-controle (m1 e m2),
ou que interagirão, mais a distância natural que há entre duas POSSÍVEIS
POTÊNCIAS, d, ao quadrado, duplamente, pois atuam duas vezes.
Em resumo, temos um
campo ou geometria marcada por G, dois entes que trocam dependências, a
distância entre eles, e o resumo disso é o movimento denunciado. Tivéssemos
pensado com o auxílio de menos símbolos que uns e outros foram atribuindo a
torto e a direito (Occan bem que chamou atenção sobre a multiplicação das
categorias – ele não estava falando só da Filosofia, de jeito algum), teríamos
visto a unidade HÁ MUITO MAIS TEMPO. Ainda agora estamos longe de atingir a
chamada Teoria de Tudo (TT) na Física, apenas.
Uma G.A. ou
Matemática que se fizesse com base nesses elementos simplificadores das
equações, vistas também como geometrias. Nos teria dado os ligativos ou
operativos ou conectivos como imediatamente visíveis. Que coisa tão aborrecida!
E, pior que tudo, que perda de tempo. E muito pior ainda, ter de fazer o
serviço agora é o cúmulo.
Vitória,
quinta-feira, 28 de agosto de 2003.
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