As Universidades
Comparadas
Desde quando soube
pela Internet que são SEIS MIL as universidades em todo o mundo me tornei
profundamente interessando nesse poder paralelo, ainda não efetivamente
organizado OFICIAL e EXPLICITAMENTE como tal.
Faria todo sentido
compará-las todas e cada uma por cursos oferecidos; quantidade de professores,
de alunos e servidores; área e edifícios; fundos e dotações anuais; pesquisa
& desenvolvimento; mídia (TV, Revista, Jornal, Livro/Editoria, Rádio e
Intranet’s); dependências administrativas (governos e empresas); teses publicadas;
descobertas feitas; ligações governamentais e empresariais; bibliotecas e
museus; salas de conferências e auditórios; amplitude da investigação do
Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia,
Ciência/técnica e Matemática); formandos por ano e por área; ligações com as
comunidades; ligações com as forças armadas; P&D em altas tecnociências;
inserção geo-histórica; listas de endereços reais e virtuais, e assim por
diante.
Uma avaliação
dessas, embora extremamente custosa (fora a resistência explícita e implícita,
dos governos), não tem preço, é inavaliável enquanto dimensionamento do poder
humano, e garantiria a quem a realizasse uma agenda de primeiríssimo nível para
relações de compra e venda de conhecimento, útil em particular para as
empresas, quando não para os governos (municipais/urbanos, estaduais,
nacionais) – o que, evidentemente, significaria um ganho substancial devido à
procura potencial de tais informações pelo mercado.
É até curioso que
não tenha sido feito, se é que não foi mesmo, ou por quê não existe um programa
do tipo UNIVERSIDADE 1.0, renovável de três em três anos, à Microsoft. É mesmo
muito curioso (eu nunca ouvi nem remotamente falar disso, o que não quer dizer
que eu seja especialmente bem-informado ou esteja “por dentro” dos círculos de
poder, pelo contrário, eles me excluem sistematicamente).
Se há uma coisa
urgente é isso.
Vitória,
segunda-feira, 15 de setembro de 2003.
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