terça-feira, 14 de março de 2017


As Universidades Comparadas

 

                            Desde quando soube pela Internet que são SEIS MIL as universidades em todo o mundo me tornei profundamente interessando nesse poder paralelo, ainda não efetivamente organizado OFICIAL e EXPLICITAMENTE como tal.

                            Faria todo sentido compará-las todas e cada uma por cursos oferecidos; quantidade de professores, de alunos e servidores; área e edifícios; fundos e dotações anuais; pesquisa & desenvolvimento; mídia (TV, Revista, Jornal, Livro/Editoria, Rádio e Intranet’s); dependências administrativas (governos e empresas); teses publicadas; descobertas feitas; ligações governamentais e empresariais; bibliotecas e museus; salas de conferências e auditórios; amplitude da investigação do Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, Ciência/técnica e Matemática); formandos por ano e por área; ligações com as comunidades; ligações com as forças armadas; P&D em altas tecnociências; inserção geo-histórica; listas de endereços reais e virtuais, e assim por diante.

                            Uma avaliação dessas, embora extremamente custosa (fora a resistência explícita e implícita, dos governos), não tem preço, é inavaliável enquanto dimensionamento do poder humano, e garantiria a quem a realizasse uma agenda de primeiríssimo nível para relações de compra e venda de conhecimento, útil em particular para as empresas, quando não para os governos (municipais/urbanos, estaduais, nacionais) – o que, evidentemente, significaria um ganho substancial devido à procura potencial de tais informações pelo mercado.

                            É até curioso que não tenha sido feito, se é que não foi mesmo, ou por quê não existe um programa do tipo UNIVERSIDADE 1.0, renovável de três em três anos, à Microsoft. É mesmo muito curioso (eu nunca ouvi nem remotamente falar disso, o que não quer dizer que eu seja especialmente bem-informado ou esteja “por dentro” dos círculos de poder, pelo contrário, eles me excluem sistematicamente).

                            Se há uma coisa urgente é isso.

                            Vitória, segunda-feira, 15 de setembro de 2003.

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