terça-feira, 14 de março de 2017


A Soma Zero na Psicologia

 

                            Aceitei no modelo que há soma zero de todos os números, isto é, conservação de todas as paridades a nível alto, macroscópico.

                            A SZ na ψ significaria:

·        SZ das figuras ou psicanálises;

·        SZ dos objetivos ou psico-sínteses;

·        SZ das produções ou economias;

·        SZ das organizações ou sociologias;

·        SZ dos espaçotempos ou geo-histórias.

É fácil ver esta última: geograficamente, para a área do Brasil aumentar na Terra a dos demais países (todos ou pelo menos um) deverá diminuir. Historicamente, para a presença do Brasil se tornar mais avantajada as demais nações (todos ou cada uma) devem perder prestígio QUALITATIVO, ou seja, relacional, percentual. Os EUA terem crescido historicamente depois da Segunda Guerra significou necessariamente uma presença menos determinante das demais nações no cenário planetário.

Economicamente, na forma qualitativa sempre (porque quantitativamente todos podem aumentar ao mesmo tempo), se a presença brasileira na soma das exportações mundiais crescer percentualmente isso significará uma dominância maior de nosso país, como vem acontecendo com a China, que toma cada ano mais mercado mundial.

APLICANDO A SZ ÀS PESSOAMBIENTES

a)     Às pessoas:

a.1) pessoas naturais ou físicas:

·        Indivíduos;

·        Famílias;

     a.2) pessoas artificiais ou jurídicas:

·        Grupos;

·        Empresas.

b)    Aos ambientes:

·        Municípios/cidades;

·        Estados;

·        Nações;

·        Mundo.

Evidentemente não tem havido um mecanismo (nem muito menos automático) de compensações qualitativas – os conjuntos simplesmente avançam e vão tomando. Um caso característico é quando um macho se “apodera” da fêmea de outro macho, o que gera muitas brigas. Algo assim como uma CÂMARA DE COMPENSAÇÕES, do tipo dos cheques bancários. Evidentemente isso seria difícil ou motivo de chacota no nível pessoal natural, mas não daí para cima. Porque, se os EUA decidem implementar sua frota de veículos automotores com motores de explosão e uso de derivados do petróleo, isso levará à contaminação da atmosfera geral, o que deveria gerar uma compensação. Estamos longe de poder estabelecer tal mecanismo, que geraria polêmicas intermináveis, mas pelo menos é interessante estender nossas mentes em todas as direções e sentidos, especialmente na ecologia.

Seria um exercício poderoso de futurologia, especialmente podendo contar com as supermáquinas hoje para modelar independentemente reações típicas e atípicas dos conjuntos, usar a SZ psicológica em todos os vértices, mas especialmente na socioeconomia, para montar cenários de reações, comparando-os com a realidade e retroalimentando, para compor cártulas para os escritórios diplomáticos, digamos. Além do quê, na psicanálise, seria muito oportuno introduzir um elemento matematizável para indagar das condições das figuras humanas.

Vitória, domingo, 14 de setembro de 2003.

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