domingo, 12 de março de 2017


Que Saltos a Arqueologia Deu?

 

O livro de André Parrot (diretor honorário do Museu do Louvre), Introdução à Arqueologia, Rio de Janeiro, Zahar, 1977 (sobre original de 1976), com apenas 133 páginas, mostra sem grandes detalhes os procedimentos arqueológicos tal como eram vistos no horizonte temporal do texto, 1976 na França, referindo-se ao conhecimento disponível ao autor.

ANDRÉ PARROT

http://imagens6.publico.pt/imagens.aspx/918736?tp=UH&db=IMAGENS
Diz que ele é o quinto da direita para a esquerda.

André Parrot

De Wikipedia, la enciclopedia libre
André Parrot (Désandans, 15 de febrero de 1901 - París, 24 de agosto de 1980) fue un arqueólogo francés que centró su labor profesional en el Creciente Fértil. Lideró excavaciones en territorios entonces pertenecientes a Líbano, Iraq y Siria, centrándose especialmente en la ciudad mesopotámica de Mari, y excavando también las de Tello y Larsa. Entre 1958 y 1962 dirigió el museo parisino del Louvre.[1] Miembro de la Academia de las inscripciones y lenguas antiguas (en francés: Académie des Inscriptions et Belles-Lettres, fue galardonado con la Legión de Honor. Es conocido principalmente por sus más de cuarenta años de investigación en Mari (1933 - 1974). Algunos de sus libros son considerados clásicos de la sumeriología.

UM TANTINHO DE GEO-HISTÓRIA DOS PRIMÓRDIOS DA ARQUEOLOGIA (só coloquei um pedacinho, o mérito é de quem faz, vá ler no sítio)

R7
Primeiros Estudos da Arqueologia: Desde os Primórdios até Hoje em Dia
Postado 4 anos atrás
A história aponta que os estudos iniciais da arqueologia surgiram no século XVI, durante o movimento Renascentista, que apresentou conjunto de discussões relacionadas com os métodos usados para análises de achados de organizações sociais que viveram em épocas nas quais a escrita não era desenvolvida.
Com a chegada de maior evolução foram desenvolvidas técnicas que exerceram influência marcante na vida dos arqueólogos que passaram a investigar utilizando instrumentos de precisão para ajudar não apenas em escavações como também nas análises qualitativas dos artefatos.
Não há abordagem singular para a teoria arqueológica. Porém, não foi antes do século 19 que surgiu a primeira menção com o objetivo de explicar mudanças e adaptações de cultura, enfatizando pontos históricos particulares.
No início do século XX os arqueólogos que estudaram as sociedades do passado seguiram a abordagem histórica direta em comparação a continuidade entre tempos antigos e grupos étnicos culturais contemporâneos.
Arqueologia no Renascimento
Flavio Biondo, um historiador italiano renascentista humanista criou guia sistemático e documentado para as ruínas e topografia da antiga Roma no início do século XIV. Foi chamado de fundador da arqueologia.
Ciríaco de Ancona (1391-1453) foi inquieto humanista italiano que veio de família proeminente de mercadores em Ancona. Ele viajou ao Mediterrâneo Oriental e anotou as descobertas arqueológicas em seis volumes. Certos pensadores o apontam como pai da arqueologia.

Em 1965 eles estavam tomando contato com o carbono 14 (desde 20 anos, o teste foi imaginado nos anos 1940 por Willard Libby nos EUA, o elemento radiativo tem vida meia-vida de 5.730 anos), com magnetrões de uso de campo, máquinas fotográficas mais apuradas (todas não-orientais) e outras facilidades, o que só tem 52 anos, nem duas gerações. De lá para cá imagine o que apareceu: celulares e suas câmeras, telefonia universal, Wikipédia, Web e milhões de facilidades.

Colocando a média de vida de Ciríaco de Ancona em 1422 e contando gerações de 30 anos teríamos 17 gerações até 2002, a completar 18 em 2032. Se houvesse alguém capaz de ir progredindo de 1492 por períodos de 30 anos até 1522 e daí por diante, veríamos os saltos dos instrumentos, programas, aparelhos, máquinas, objetos, métrica, preservação e tudo mais.

Seria maravilhoso ver a capacidade de investigação crescendo exponencialmente - de início os pesquisadores mal podendo dispor de pá e picareta - até as potências atuais e futuras.

Muito lindo.

Vitória, domingo, 12 de março de 2017.

GAVA.

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