segunda-feira, 13 de março de 2017


Modelo de Escola

 

                            Durante largo tempo relativo venho falando da contemporanização da Escola (em maiúscula conjunto ou família ou grupo de escolas), mas nunca me dei ao trabalho de realmente avançar uma proposta, que vai aqui.

                            UM PRIMEIRO MODELO

·        Estrutura geral do modelo;

·        Conhecimento geral (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, Ciência/Técnica e Matemática);

·        Ciência e Técnica;

·        Matemática;

·        Língua (vernácula e estrangeiras);

·        Psicologia (figuras ou psicanálise, objetivos ou psico-síntese, produções ou economias, organizações ou sociologias e espaçotempos ou geo-histórias);

·        Economia (agropecuária/extrativismo, indústrias, comércio, serviços e bancos);

·        Geo-História;

·        Chaves (do labor, da proteção, do sexo, do TER) e bandeira (elementar);

·        Modos políticadministrativos e governempresariais;

·        Políticadministração da força e do poder (inclusive a Lei);

·        Níveis de inserção (povo a iluminados);

·        Acordo cultural do povelite (inclusive tributos);

·        Tecnartes;

·        PESSOAMBIENTES:

1.       PESSOAS:

     a) pessoas naturais ou físicas:

·        Indivíduos

·        Famílias

b) pessoas artificiais ou jurídicas:

·        Grupos

·        Empresas

2.      AMBIENTES: municípios/cidades, estados, nações e mundo;

·        Ecologia, etc.

É muita coisa, certamente, mas ninguém deseja a mesma Escola que está aí desde o Iluminismo, aquela que era avançada 300 anos atrás (matemática, língua vernácula, física, biologia, química, geografia, história e pouco mais), para os serviços mínimos de adestramento à serventia burguesa.

A proposta é, com toda certeza, de treinamento de professores e diretores, e de instalação da nova grade curricular, mesmo que seja à margem da permanência da escola tradicional, articulando-se ou não com ela, mas sendo sempre paga, um quartil reservado aos depauperados (que serão sustentados pelos outros). Sei lá, 300 ou 500 reais por cabeça para dotar cada um de competência extraordinária, muito acima da vigente em qualquer país. Formação de líderes que se espalharão pelo mundo e que irão, por sua vez, construindo novas células e daí o tecido universal.

Eu esperava inicialmente que isso pudesse ser transferido aos gerentes governempresariais, mas é inútil, eles não o aceitarão, porque as virtudes da potência estão lá na frente, quando os frutos se manifestarem como eficácia supremamente maior. Sendo assim, uma nova linha deve ser criada com audácia e firmeza, às margens das salas ortodoxas, de manhã ou de tarde, conforme as outras se situem nas dos outros lados.

Isso abre necessariamente uma franquia universal.
Vitória, quinta-feira, 11 de setembro de 2003.

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