sexta-feira, 10 de março de 2017


Programadores Psicológicos

 

                            Sempre começando pelo Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia/ Ciência/Técnica e Matemática) para enquadrar, dele destacamos a pontescada tecnocientífica, desta a pontescada científica (Física/Química, Biologia/p.2, Psicologia/p.3, Informática/p.5, Cosmologia/P.5, Dialógica/p.6), dela a Psicologia /p.3 (figuras ou psicanálises, objetivos ou psico-sínteses, produções ou economias, organizações ou sociologias, espaçotempos ou geo-histórias) da qual podemos mirar a Economia (agropecuária/extrativismo, indústrias, comércio, serviços e bancos).

                            Estamos programando tudo à nossa volta. Construindo objetos e programando relações de objetos.

                            No PLANO PSICOLÓPICO/p.3 estamos programando os quatro mundos segundo a evolução dos modos (Escravismo, Feudalismo, Capitalismo, Socialismo, Comunismo e Anarquismo), agora a terceira onda do Capitalismo. Usamos para isso os agentes dos níveis: povo, lideranças, profissionais (inclusive os políticos), os pesquisadores, os estadistas, os santos/sábios e os iluminados. Claro que não nos damos conta de estarmos fazendo isso, vamos com um pouco de razão e muito de intuição levando adiante.

                            Por exemplo, na Chave da Proteção (lar, armazenamento, saúde, segurança, transportes) não temos conselhos, digamos CONSELHO DE ARMAZENAMENTO nos três níveis (federal, estadual, municipal/urbano). Não temos programadores para as PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos, empresas) e para os AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nações e mundo) em termos das 22 (até agora identificadas) tecnartes; PROGRAMADORES DA VISÃO (pintura, desenho, fotografia, dança, moda, prosa, poesia, etc.). PROGRAMADORES DO PALADAR (comida, bebida, pasta, tempero, etc.). PROGRAMADORES DO OLFATO (perfumaria, etc.). PROGRAMADORES DA AUDIÇÃO (música, discurso, etc.). PROGRAMADORES DO TATO (cinema, teatro, decoração, urbanismo, decoração, paisagismo/jardinagem, tapeçaria, esculturação, etc). Achamos até estranho fazer a pergunta, mas a verdade é que não há uma COORDENAÇÃO NACIONAL DA POESIA, digamos. Não há gente do mundo, mandada pela ONU, ou pelo governo federal como coordenador, nem pelos governos estaduais, nem pelos governos municipais/urbanos. Não há espaçotempo para as GRANDES VISÕES das quais sairiam as ações cotidianas. Cada um vai por si mesmo, como quem vai às goiabas, na arruaça, sem co-ordenação. Que pode resultar de bom dessa baderna?

                            Alguém começa uma ação, a mídia vai visitar, os papagaios de pirata mostram as caras para fotografia, convergem os bandos em busca de exposição, um tempo depois está esvaziado – com baixo rendimento relativo, perda de recursos de todo tipo.

                            Evidentemente precisamos organizar a zona.

                            Precisamos de direção, começando-se pela reunião de umas tantas pessoas competentes, depois pela ordenação delas com uma direção, aprendizado de direção, meditação sobre o que foi conseguido, exposição dos resumos em revistas, reflexo espiral até a cristalização de uma primeira prateoria de alto teor, guia das demais. Coqueficação da mistura, expulsão da borra para obtenção de um aço inoxidável de alta resistência que possa operar as etapas seguintes de moldagem. Precisamos programar melhor e mais racionalmente o nível geral Psicológico/p.3. Do jeito que está é primário demais.

                            Vitória, quarta-feira, 27 de agosto de 2003.

Nenhum comentário:

Postar um comentário