quarta-feira, 15 de março de 2017


Potência Americana

 

                            Do ponto de vista meramente quantitativo faria sentido para o Ministério das Relações Exteriores fixar 25 % dos esforços de compreensão exterior nos EUA, dado que aquele país detém esse percentual da produçãorganização mundial. Já foi maior, 45 % logo depois da Segunda Guerra, 33 % lá pela década dos 1970, e está caindo, porque outros se levantam. Tanto os Estados Unidos isoladamente quanto o embate deles com as demais nações por hegemonia P/O é interessante.

                            Não ouço falar que o MRE brasileiro siga essa linha e depreendo que ele está bobeando fortemente. Pode ser que o que seja bom para os EUA não seja mais o que é considerado bom para o mundo, mas é ¼ bom. Seria importante olhar as PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos e empresas americanas) e os AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nação e reflexo interno do mundo nos EUA). Como eles reagem diante dos cenários? Como refletem as palavrimagens dos dicionárienciclopédico? No tanque de pensimaginação do MRE (que não existe – não ouço falar) deveriam participar os pesquisadores do Conhecimento (magos/artistas, teólogos/religiosos, filósofos/ideólogos, cientistas/técnicos e matemáticos), olhando atentamente os EUA 25 %, a Europa dos 15 25 % e o Japão 15 %, perfazendo essas 17 nações em 220 65 % do todo do PMB (produto mundial bruto), com mais alguns escritórios pela distinção: a) China, b) Índia, c) América Espanhola, d) Canadá, e) Austrália, f) Árabes.

                            Deveriam estar dotando esse tanque de P/I de supercomputadores, superbancos de dados de info-controle, superbibliotecas, grandes canais de fluxo de dados. A inércia e incompetência dessa gente me aborrece.

                            Vitória, domingo, 14 de setembro de 2003.

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