Potência Americana
Do ponto de vista
meramente quantitativo faria sentido para o Ministério das Relações Exteriores
fixar 25 % dos esforços de compreensão exterior nos EUA, dado que aquele país
detém esse percentual da produçãorganização mundial. Já foi maior, 45 % logo
depois da Segunda Guerra, 33 % lá pela década dos 1970, e está caindo, porque
outros se levantam. Tanto os Estados Unidos isoladamente quanto o embate deles
com as demais nações por hegemonia P/O é interessante.
Não ouço falar que o
MRE brasileiro siga essa linha e depreendo que ele está bobeando fortemente.
Pode ser que o que seja bom para os EUA não seja mais o que é considerado bom
para o mundo, mas é ¼ bom. Seria importante olhar as PESSOAS (indivíduos,
famílias, grupos e empresas americanas) e os AMBIENTES (municípios/cidades,
estados, nação e reflexo interno do mundo nos EUA). Como eles reagem diante dos
cenários? Como refletem as palavrimagens dos dicionárienciclopédico? No tanque
de pensimaginação do MRE (que não existe – não ouço falar) deveriam participar
os pesquisadores do Conhecimento (magos/artistas, teólogos/religiosos,
filósofos/ideólogos, cientistas/técnicos e matemáticos), olhando atentamente os
EUA 25 %, a Europa dos 15 25 % e o Japão 15 %, perfazendo essas 17 nações em 220
65 % do todo do PMB (produto mundial bruto), com mais alguns escritórios pela
distinção: a) China, b) Índia, c) América Espanhola, d) Canadá, e) Austrália,
f) Árabes.
Deveriam estar
dotando esse tanque de P/I de supercomputadores, superbancos de dados de
info-controle, superbibliotecas, grandes canais de fluxo de dados. A inércia e
incompetência dessa gente me aborrece.
Vitória, domingo, 14
de setembro de 2003.
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