Meu Brasil Brasileiro
Cada presidente que
entra imagina fazer “grandes coisas” para deixar seu nome na geo-história do
mundo-Terra, pobre planeta.
E aí vai seguindo os
projetos postados no primeiro e segundo mundos, nunca tendo autonomia de criar
o BRASIL BRASILEIRO (como, creio, dizia Ari Barroso) que queremos todos, em vez
do Brasil estrangeiro, sempre em débito material, energético, moral, ético,
financeiro, de tudo mesmo com o lado de fora.
Quando é que faremos
um Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia,
Ciência/Técnica e Matemática) à brasileira? Quando é que teremos uma
políticadministração brasileira para a NOSSA Bandeira da Proteção (lares
brasileiros, armazenamento brasileiro, saúde brasileira, segurança brasileira,
transportes brasileiros)? Quando pensaremos na chave do Labor (operários,
intelectuais, financistas, militares e burocratas) sob ótica brasileira? Quando
é que as PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos e empresas) e os AMBIENTES
(municípios/cidades, estados, nação) terão no Brasil desenho brasileiro das
quatro raças (amarelos-asiáticos, brancos-europeus, negros-africanos e
vermelhos-americanos)? Quando as nossas 22 tecnartes modelarão nossos corpos e
mentes?
Quando nos
desvestiremos dos mantos estrangeiros?
Quando os sons
daqui, as cores daqui, os cheiros daqui, as luzes daqui e as impressões daqui
serão legitimamente brasileiras e não um decalque europeu ou americano ou
japonês?
Quando virá esse
presidente BRASILEIRO?
Obviamente ainda
estamos esperando (o Lula do PT ainda é o veterocopista das necessidades
alheias).
Então, nós
continuamos esperando.
Vitória,
sexta-feira, 05 de setembro de 2003.
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