Mar Morto
Há a lenda bíblica
de Sodoma e Gomorra, supostamente destruídas por Deus. Lendo os livros de
Drosnin, O Código da Bíblia, 4ª.
Edição, São Paulo, Cultrix, 2001, e o Código
da Bíblia II, São Paulo, Cultrix, 2003, ele fala insistentemente de LISAN e
na península de Lisan. Acontece que, independentemente de haver ou não um
código da Bíblia existe a Rede Cognata (Livro 2, Rede e Grade Signalíticas), que permite traduções gerais, bem
simples, e não sob cifras e contracifras de muitos níveis.
No Atlas da Encarta não aparece nenhuma
Lisan, mas Drosnin diz que ela fica na língua de terra no sul do Mar Morto.
Ocorreu-me que o MM foi criado pela queda de algum meteorito que quase esteve
raspando a Terra, mas de fato enterrou-se nela há uns 10 mil anos, bem na
aurora da civilização, de modo que as pessoas se lembraram. Cavou o buraco,
destruiu duas pequenas vilas, o lugar encheu-se de água do mar (que subiu do
Golfo de Aqaba – pela mesma linha cavada pelo meteorito, antes que este parasse
lá pelos lados da Jordânia) que, evaporada, deixou o sal supersaturado na água
onde nada vive, criando o MM. A presença de um meteorito de ferro criaria uma
anomalia magnética e seria fácil achá-lo lá no fundo, bem em cima, lados da
Jordânia.
Na página 43 do
segundo livro, ele diz “no vale de Sidin” = NA TERRA DE SODOMA (se V foi cheio,
quer dizer, consoante), e Lisan = DEUS = DUPLA = DOIS = LOUÇA = LISA, etc.
OBELISCOS
Como obelisco = CASCO = COMPUTADOR =
CRISTAL= GRANDE = ATLANTE = AUGUSTO = AIGUPTOS (nome antigo do Egito) =
GOVERNADOR = CENTRO = COMPRIDO, etc., fica sem dúvida que obeliscos marcavam
lugares onde estavam antigos centros de computação. Se os pilares foram
retirados sem a conservação das coordenadas será bem difícil encontrar as
entradas sem mover muita terra e areia.
Drosnin pergunta, p.
158; “E se os obeliscos foram enterrados aqui na Terra por alguma desconhecida
civilização avançada? ” Não propriamente os obeliscos, tal como os conhecemos,
os pilares de pedra que os ocidentais foram raptando e levando para as capitais
do Ocidente, mas as salas subterrâneas onde foram guardadas as informações,
então meramente marcadas acima do solo pelos pilares. Evidentemente, se fizeram
isso, tiveram cuidado de plantar muitos, por toda parte, para garantir perpetuidade
das arcas de tempo. Vêm os ocidentais gananciosos e levaram os pilares que eram
os marcos referenciais das bibliotecas escondidas, dos computadores. O mesmo
Drosnin diz, p. 157: “Eis o contato que os cientistas consideram mais provável:
a descoberta de um artefato alienígena na Terra ou perto dela”. Acontece que
artefato = ROBÔ. Posso imaginar a cena: um robô em cada biblioteca-computadora,
a ser despertado em determinadas condições, tudo marcado acima do solo por
pilares. Na página 140: “Em Adão o modelo, o gabarito” = EM CÓPIA (= GENE =
GENOMA) O MOLDE, O CÓDIGO. Mesma página, abaixo: “obelisco, cópia sobre um
pilar” = CRISTAL, GENE SOBRE UMA SOLUÇÃO, e assim por diante.
Vitória,
segunda-feira, 08 de setembro de 2003.
Nenhum comentário:
Postar um comentário