sábado, 11 de março de 2017


Forças Impessoais e Não-Individuais

 

VEJAMOS A LUTA DO INDIVÍDUO (lembre-se que tudo é exponencial de um nível para outro, começando no indivíduo e chegando a 7,5 bilhões de humanos interagindo em todos os níveis). Porisso, desde um tempo venho me revoltando contra chamarem tal superpressão de cima para baixo de individualismo, superafirmação doente mental do indivíduo.

AMBIENTES.
Mundo.
8
Nações.
7
 
Estados.
6
 
Cidades-municípios.
5
 
PESSOAS.
Empresas.
4
 
Grupos.
3
 
Famílias.
2
 
Indivíduos.
1
CRESCENTE ESMAGAMENTO DO INDIVÍDUO.

O indivíduo é pequenininho, parem de imprensa-lo. Ele tem responsabilidade com todos acima, que jogam displicentemente em seus ombros a carga imensa, exigindo que o Atlas segure o mundo todo nas costas.

Além disso, as forças ambientais são impessoais quando o atingem, não têm rosto, vem como força maciça, a ponto de incompreensivelmente caminharmos para 5,0 milhões de leis no Brasil a partir de 1988, não sei quantas, milhares relativos aos - a caminho de - 100 tributos.

Absurdo!

E tudo isso o indivíduo tem de equilibrar na corda-bamba, com oito varas verticais segurando vários pratos que balançam, além do seu mesmo outros sete. É incrível que aguente. Na realidade, é só buscar as doenças chamadas erradamente de físicas, sem falar nas reconhecidas como mentais: quando seu fígado adoece isso veio de seus excessos mentais.

Todas as forças não-individuais são forças impessoais que nos atingem com furor crescente. Ainda bem que o indivíduo, simplesmente não conseguindo aguentar, consegue por mero interesse dos outros que alguns o auxiliem, sejam professores nas escolas, sejam outros trabalhadores.

Ninguém analisou antes essa pressão inconcebível e mais uma vez os psicólogos passaram longe, estão dormindo.

Vitória, sábado, 11 de março de 2017.

GAVA.

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