Sub-Bombas
Nas Idéias (agora
4,65 mil) imaginei que, não havendo mais necessidades de direção humana presente
nas máquinas, elas poderiam ser teleguiadas e poderíamos diminuir seus tamanhos
e aumentar suas velocidades, com isso transferindo por unidade de tempo a mesma
quantidade de carga – e outros raciocínios.
Assim sendo,
submarinos podem ficar pequenos, bem como trens, barcos, aviões, tudo mesmo.
Então o Diogo Mainardi, da Veja,
gozou o minisubmarino atômico que os militares vêm construindo já ao custo de
um bilhão de dólares, sem terminar, e eu disse que isso poderia servir de
modelo para proliferação de toda uma casta deles, e dei conselhos sobre os VLS,
veículos lançados de satélites (explodiu um em Alcântara, no Maranhão).
Bem, podem ser também
construídas sub-bombas, submarinos-bombas que chegue até determinado ponto da
costa ou de lançamento por debaixo da água e dali alcem vôo como mísseis, tudo
teleguiado. Não seria necessário um submarino imenso, que custa, pelo que ouvi
no Discovery, um e meio bilhão de dólares cada, mais toda a gente que pode se perder,
mais os mísseis que devem ser manipulados, etc., toda uma parafernália.
Podem ser feitos,
pelo mesmo preço, mil sub-bombas (sempre para defesa), depois tornadas supercorriqueiras,
feitas aos montes em inúmeras fábricas espalhadas e não em um ou outro
estaleiro supervisado. As fábricas poderiam ficar em terra ou até na
hinterland, no interior do país, indo de trem até o mar, ou por rio. A fábrica
de submarinos já seria a fábrica de bombas (espero ardentemente que os seres
humanos parem de brigar entre si). Do mesmo modo para os aviões.
Vitória,
quarta-feira, 17 de setembro de 2003.
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