Pitibum
Quando eu era criança
e algum pulava na piscina como “bomba” (enroscando o corpo na posição fetal e
pulando, o que provoca choque na superfície e levantamento do máximo de água,
com barulho), falava-se desse som maciço como “pitibum” e todos nós entendíamos.
A palavra não existe
na Internet, nem no dicionário Houaiss eletrônico. Só serve para
isso, não tem outra aplicação.
Como tenho insistido,
é preciso mapear a língua nacional em todas as vertentes, por exemplo, gírias,
todas as formas expressivas.
1. Brincadeiras de
crianças;
2. Compreensões das
mulheres, homens, velhos;
3. Gírias;
4. Palavras estrangeiras
ao português original (gregas, latinas, inglesas, francesas, indígenas,
africanas, orientais);
5. Placas;
6. Sons;
7. Variações das 6,5 mil
profissões, nos 8,0 mil bancos, nas 6,0 mil universidades;
8. Variações das
palavras.
Como recolher tudo isso?
Atribuir aos professores, aos funcionários
públicos, à Internet da Língua, aos empregados das empresas, toda a mídia, todo
o Conhecimento, toda a tecnociência a coleta das informações em termos de completamento.
Tarefa nacional até esmiuçar o português atual no Brasil.
No final teríamos essa suculenta língua
nacional operativa, real.
Há grandes tarefas, as pessoas só não se dão
conta.
Vitória, terça-feira, 14 de março de 2017.
GAVA.
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