terça-feira, 14 de março de 2017


Pitibum

 

Quando eu era criança e algum pulava na piscina como “bomba” (enroscando o corpo na posição fetal e pulando, o que provoca choque na superfície e levantamento do máximo de água, com barulho), falava-se desse som maciço como “pitibum” e todos nós entendíamos.

A palavra não existe na Internet, nem no dicionário Houaiss eletrônico. Só serve para isso, não tem outra aplicação.

Como tenho insistido, é preciso mapear a língua nacional em todas as vertentes, por exemplo, gírias, todas as formas expressivas.

1.       Brincadeiras de crianças;

2.      Compreensões das mulheres, homens, velhos;

3.      Gírias;

4.     Palavras estrangeiras ao português original (gregas, latinas, inglesas, francesas, indígenas, africanas, orientais);

5.      Placas;

6.     Sons;

7.      Variações das 6,5 mil profissões, nos 8,0 mil bancos, nas 6,0 mil universidades;

8.     Variações das palavras.

Como recolher tudo isso?

Atribuir aos professores, aos funcionários públicos, à Internet da Língua, aos empregados das empresas, toda a mídia, todo o Conhecimento, toda a tecnociência a coleta das informações em termos de completamento. Tarefa nacional até esmiuçar o português atual no Brasil.

No final teríamos essa suculenta língua nacional operativa, real.

Há grandes tarefas, as pessoas só não se dão conta.

Vitória, terça-feira, 14 de março de 2017.

GAVA.

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