PAI
Programáquinas de Alta Integração.
Veja o artigo anterior, EVA (Escola Virtual
de Arqueologia) para pensar na quantidade inacreditável de informações que
estão lotando os museus que coletam objetos a partir de Jericó há 12 mil anos e
escritas desde a Suméria-Egito ou antes há 5,5 mil anos: é realmente
avassalador, uma avalanche de coisas catalogadas.
MUSEUS
ATRAVANCADOS DE OBJETOS ARQUEOLÓGICOS
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O que é mostrado talvez não passe de 1 % do
que é colocado nos porões.
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Os sambaquis, por exemplo, são montanhas de
conchas.
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Por mais que cresçam os espaços, nunca é
suficiente.
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Se trata de acomodar 12 mil anos
geo-históricos e 300 anos de escavações.
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Pior
que tudo, como ninguém tem condições de abarcar em uma mente a totalidade dos
eventos de descobrimento, ficam furos enormes nos relatos, sem falar que não há
consenso. Antes existiam poucos países (Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália,
EUA) pesquisando, agora são quase todos literalmente querendo meter a colher,
ganhar espaçotempo de propaganda, aparecer na mídia (Cinema, Internet, TV, Revista,
Jornal, Livro-Editoria, Rádio), o que também é bom.
O povo precisa saber algo mais que a paleontologia
dos dinossauros, precisa ter uma visão a mais correta possível do transcorrer
da civilização, esses 300 mil anos dos neandertais e os 100 mil dos
cro-magnons.
O PAI viria para isso, tampar os buracos, dar
coerência ao todo pontualmente, expandir a unicidade dos esforços antigos e
atuais, chegar à coesão não só na arqueologia, como nos demais setores, da
geologia, da paleontologia, da antropologia, da GH e de todos os demais das
tecnociências e do Conhecimento.
Vitória, sábado, 11 de março de 2017.
GAVA.




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