sábado, 11 de março de 2017


PAI

 

Programáquinas de Alta Integração.

Veja o artigo anterior, EVA (Escola Virtual de Arqueologia) para pensar na quantidade inacreditável de informações que estão lotando os museus que coletam objetos a partir de Jericó há 12 mil anos e escritas desde a Suméria-Egito ou antes há 5,5 mil anos: é realmente avassalador, uma avalanche de coisas catalogadas.

MUSEUS ATRAVANCADOS DE OBJETOS ARQUEOLÓGICOS

Resultado de imagem para objetos museus de arqueologia
O que é mostrado talvez não passe de 1 % do que é colocado nos porões.
Resultado de imagem para objetos museus de arqueologia
Os sambaquis, por exemplo, são montanhas de conchas.
Imagem relacionada
Por mais que cresçam os espaços, nunca é suficiente.
Resultado de imagem para museus de arqueologia
Se trata de acomodar 12 mil anos geo-históricos e 300 anos de escavações.

 Pior que tudo, como ninguém tem condições de abarcar em uma mente a totalidade dos eventos de descobrimento, ficam furos enormes nos relatos, sem falar que não há consenso. Antes existiam poucos países (Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, EUA) pesquisando, agora são quase todos literalmente querendo meter a colher, ganhar espaçotempo de propaganda, aparecer na mídia (Cinema, Internet, TV, Revista, Jornal, Livro-Editoria, Rádio), o que também é bom.

O povo precisa saber algo mais que a paleontologia dos dinossauros, precisa ter uma visão a mais correta possível do transcorrer da civilização, esses 300 mil anos dos neandertais e os 100 mil dos cro-magnons.

O PAI viria para isso, tampar os buracos, dar coerência ao todo pontualmente, expandir a unicidade dos esforços antigos e atuais, chegar à coesão não só na arqueologia, como nos demais setores, da geologia, da paleontologia, da antropologia, da GH e de todos os demais das tecnociências e do Conhecimento.

Vitória, sábado, 11 de março de 2017.

GAVA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário