A
Vela Chinesa
A VELA ACESA (no DramaFever
coreano baseado nos EUA: achei muito legal Goblin, o Grande Deus Solitário;
este de que vou falar é chinês)
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Candle in the Tomb - 鬼吹灯之精绝古城
Joe "Qiao En" Chen e Jin Dong estrelam em um thriller de
aventura que prova que visitar túmulos é uma boa ideia. Só cuidado para não
se tornar um residente permanente.
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O que tem o coreano Grande Deus Solitário de
choro, este tem de gritarias e exageros; os chineses são melodramáticos e
sempre há um idiota de que os espectadores rirão. É cuidadoso, bem dirigido, arqueológico
(o que para mim é uma festa, mas eles destroem os objetos, para grande
desespero dos pesquisadores de verdade), atrativo nas aventuras, expectativo
nas buscas, diferente por mostrar o interior vedado da China, tem muitas
variáveis valorosas. Como previ, quando estão se tornando imperialistas eles
criam heróis e super-heróis no presente, refazem o passado, remetem personagens
a ele e tornam o futuro nacional, no caso, chinês.
Contudo, o filme-série é deselegante, o que
para mim é fatal.
No episódio terceiro ou quatro, um personagem
começa a falar mal sucessivamente do Japão (se fosse os EUA ou o Brasil ou o
Paraguai seria a mesma coisa). Não que não se possa falar do Japão, o país
cometeu atrocidades no Oriente piores que as da Alemanha no Ocidente antes e
durante a II Guerra Mundial, anexando a Manchúria e barbarizando os chineses.
É que é desairoso, as nações são 50/50, não se
pode esquecer os 50 % bons, deve-se evitar falar de nações inteiras tanto quanto
possamos. E autores de livros (o de base, que deu origem ao script
filmográfico) não podem induzir plateia ao ódio e aos desvios de conduta (como
os do homossexualismo em relação aos direitos de média).
Gostei do filme, há mais a favor que contra.
Os chineses, como sempre, inclusive no
casamento alto (das elites) de cores, são competentes, e todos os orientais
absorvem rapidamente as invenções ocidentais, o que é uma alegria por um lado e
um desastre quando é roubo de patentes sem a devida remuneração por outro.
Enfim, recomendo, mas não dou os parabéns.
Há correções a fazer, visando a pureza (que
TODOS os povos devem perseguir com determinação e urgência, o Paraíso não chega
sozinho).
Vitória, quinta-feira, 9 de março de 2017.
GAVA.

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