quinta-feira, 9 de março de 2017


A Vela Chinesa

 

A VELA ACESA (no DramaFever coreano baseado nos EUA: achei muito legal Goblin, o Grande Deus Solitário; este de que vou falar é chinês)

Candle in the Tomb - 鬼吹灯之精绝古
Joe "Qiao En" Chen e Jin Dong estrelam em um thriller de aventura que prova que visitar túmulos é uma boa ideia. Só cuidado para não se tornar um residente permanente.
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O que tem o coreano Grande Deus Solitário de choro, este tem de gritarias e exageros; os chineses são melodramáticos e sempre há um idiota de que os espectadores rirão. É cuidadoso, bem dirigido, arqueológico (o que para mim é uma festa, mas eles destroem os objetos, para grande desespero dos pesquisadores de verdade), atrativo nas aventuras, expectativo nas buscas, diferente por mostrar o interior vedado da China, tem muitas variáveis valorosas. Como previ, quando estão se tornando imperialistas eles criam heróis e super-heróis no presente, refazem o passado, remetem personagens a ele e tornam o futuro nacional, no caso, chinês.

Contudo, o filme-série é deselegante, o que para mim é fatal.

No episódio terceiro ou quatro, um personagem começa a falar mal sucessivamente do Japão (se fosse os EUA ou o Brasil ou o Paraguai seria a mesma coisa). Não que não se possa falar do Japão, o país cometeu atrocidades no Oriente piores que as da Alemanha no Ocidente antes e durante a II Guerra Mundial, anexando a Manchúria e barbarizando os chineses.

É que é desairoso, as nações são 50/50, não se pode esquecer os 50 % bons, deve-se evitar falar de nações inteiras tanto quanto possamos. E autores de livros (o de base, que deu origem ao script filmográfico) não podem induzir plateia ao ódio e aos desvios de conduta (como os do homossexualismo em relação aos direitos de média).

Gostei do filme, há mais a favor que contra.

Os chineses, como sempre, inclusive no casamento alto (das elites) de cores, são competentes, e todos os orientais absorvem rapidamente as invenções ocidentais, o que é uma alegria por um lado e um desastre quando é roubo de patentes sem a devida remuneração por outro.

Enfim, recomendo, mas não dou os parabéns.

Há correções a fazer, visando a pureza (que TODOS os povos devem perseguir com determinação e urgência, o Paraíso não chega sozinho).

Vitória, quinta-feira, 9 de março de 2017.

GAVA.

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