segunda-feira, 13 de março de 2017


As Estagnantes Cidades das Mulheres

 

Em As Cidades das Mulheres vimos que as primeiras cidades devem ter sido elas a construir. Mais ainda, como tudo iniciou com a partilha da Caverna geral em quartos de exclusão, elas levaram até adiante:

1.       Cavernas;

2.      Cavernas-repartidas;

3.      Pós-cavernas;

4.     Pós-prés;

5.      Pré-cidades;

6.     Cidades (vilas);

7.      Cidades grandes (depois de Jericó, 12 mil anos, todas muradas).

Lá para trás, no MCES, Modelo da Caverna para a Expansão dos Sapiens, vimos que aos poucos foram passando o poder aos homens PORQUE o ritmo de expansão delas era muito lento, uma dilatação delas para 500 dos homens – quase tudo que temos  foi criado depois de Jericó, 12 mil anos contra os milhões de anos desde os primatas, passando pelos hominídeos, evoluções e revoluções muito lentas, pouca inventividade.

Quando construíam uma cidade, ela ficava muito asseada, muito calma, muito confortável, muito estável, mas destinada à estagnação e à falência.

Se estiver certo, a cidades mais antigas (inclusive Jericó) seguirão sempre o mesmo modelo de casas com esgotamento sanitário, cercadas com muros (representando a porta estreita da caverna, pois tinham muito medo), tudo destinado ao nascimento e à saúde dos garotinhos, nos quais induziam o terror, afeminando-os. Daí muitas vasilhas, muitos tecidos (não sei que restos deixariam, talvez a análise por carbono 14 da vizinhança possa funcionar), produtos de embelezamento, badulaques, bijuterias, sapatos, adereços, chapéus e lugares para as crianças, como praças (não faz muito sentido os homens ficarem como florzinhas conversando e fofocando), além de muitas, muitas reservas de água, e também reservas imensas de alimentos.

Enfim, cidades iniciais FEMININAS.

Modeladas por elas e para elas.

A fúria salvadora-protetora dos homens, aquele calor de que falei, não seria estimulado, não teria lógica, as mulheres não suportam brigas (até porque poderia sobrar para os garotinhos tão precioso): porisso seriam cidades muradas facilmente conquistáveis. Os primeiros grupamentos masculinos as destruiriam prontamente, devem ter matado sucessivamente todos os homens, escravizado os garotinhos e levado embora as mulheres e meninas, porisso seria de esperar poucas ossadas destas, como no rapto das sabinas (ninguém ouviu falar de rapto dos sabinos), na região chamada Sabínia tiberina, cuja capital era Cures, veja na Web.

Wikipédia.
Povos vizinhos
Os sabinos limitavam a norte com os Umbros, a oeste com os Etruscos, a nordeste com os Picentinos e a leste com os Vestinos, os Marsos e os Équos. Os sabinos encontravam-se numa estreita faixa de cerca de 125 km de longo, da Núrsia até o Tibre e o Aniene (Ânio); no limite sul estavam Fidenas, Nomenta (populações provavelmente de origem latina), e Ereto a 5 km a norte de Nomenta, considerada já cidade dos sabinos.
Acredita-se que os Sabinos estavam relacionados na sua origem com os Picentinos, Pelignos e Samnitas. Os Marsos, Marrucinos e Vestinos, provavelmente também fossem de origem sabina. Atualmente, este conjunto de povos é denominado Sabélios.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/af/Osco_diffusione.gif/450px-Osco_diffusione.gif
Cidades femininas acuadas pelo avanço masculino, é preciso estudar os restos arqueológicos e os esqueletos.

Em resumo, quando surgiu o poder masculino a conquista foi rápida, pois os homens das cidades femininas não foram estimulados a expandir a fúria guerreira e foram rapidamente derrotados e massacrados.

Vitória, segunda-feira, 13 de março de 2017.

GAVA.

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