As Inquietações de
Drosnin
Do Código II vou
citar esta passagem, p. 42:
“Nenhuma criatura
daqui, nenhum ser humano, nem há milhares de anos nem nos dias de hoje, poderia
ter criado o código da Bíblia. Nossa ciência ainda é muito primitiva. E nenhum
de nós é capaz de ver através do tempo.
“Assim, se os
obeliscos fossem encontrados, teríamos não só a chave para decifrar o código e
ver todo o nosso futuro, mas também teríamos a prova do nosso passado oculto.
“Teríamos, talvez, a
identidade do ‘senhor do código’, o Codificador, talvez até mesmo a verdadeira
identidade de Deus.
“Mas, onde estariam
os obeliscos? ”
Como já vimos,
obeliscos = COMPUTADORES = CRISTAIS = ATLANTES = AUGUSTOS = GOVERNADORES =
CENTROS, etc. Eles estiveram meramente marcados pelos pilares que foram
carregados, levados embora de onde estavam. Agora, quando ele fala em “boca do
obelisco” = BURACO DO COMPUTADOR, é seguramente a entrada, certamente vedada,
porque de outra forma os computadores (programáquinas processadores muito poderosos,
certamente) estariam acessíveis a quaisquer uns e isso seria um perigo, como
colocar fósforo e álcool nas mãos de crianças e esperar não ver surgir um
incêndio incontrolável.
Se computadores de
civilizações adiantadas (capazes de criar geradores de átomos, ou seja,
reatores de fusão, como vimos das traduções, e controlar “sóis negros” e “sois
brancos”, de viajar entre as estrelas e realizar outras proezas) foram
colocados na Terra ESTÃO CRAVADOS BEM FUNDO, tanto no sentido literal quanto
metafórico, isto é, bem baixo no solo e bem disfarçadamente. Talvez os pilares,
os obeliscos, como foram chamados, significassem uma pista. A menos que possam
ser recolocados nos seus lugares e triangulados pela Matemática, dificilmente
será possível achar a “boca”, a entrada.
Com relação à chave,
não é preciso achá-los para dar com ela. Na Rede de Cognatos (que só serve para
o português, a do aramaico depende de como as palavras foram faladas e depois
grafadas – cada língua talvez necessite de um quadro próprio) podemos ver as
indicações de que Pi, um dos transcendentais, é uma das (presumidamente sete)
chaves, e não necessitamos dos obeliscos para decifrar. Nossas próprias
máquinas podem fazê-lo. A curiosidade seria de outro grau, arqueológica e
psicológica, de topar com outro ramo civilizatório, de raiz própria.
Vitória,
segunda-feira, 8 de setembro de 2003.
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