domingo, 12 de março de 2017


As Inquietações de Drosnin

 

                            Do Código II vou citar esta passagem, p. 42:

                            “Nenhuma criatura daqui, nenhum ser humano, nem há milhares de anos nem nos dias de hoje, poderia ter criado o código da Bíblia. Nossa ciência ainda é muito primitiva. E nenhum de nós é capaz de ver através do tempo.

                            “Assim, se os obeliscos fossem encontrados, teríamos não só a chave para decifrar o código e ver todo o nosso futuro, mas também teríamos a prova do nosso passado oculto.

                            “Teríamos, talvez, a identidade do ‘senhor do código’, o Codificador, talvez até mesmo a verdadeira identidade de Deus.

                            “Mas, onde estariam os obeliscos? ”

                            Como já vimos, obeliscos = COMPUTADORES = CRISTAIS = ATLANTES = AUGUSTOS = GOVERNADORES = CENTROS, etc. Eles estiveram meramente marcados pelos pilares que foram carregados, levados embora de onde estavam. Agora, quando ele fala em “boca do obelisco” = BURACO DO COMPUTADOR, é seguramente a entrada, certamente vedada, porque de outra forma os computadores (programáquinas processadores muito poderosos, certamente) estariam acessíveis a quaisquer uns e isso seria um perigo, como colocar fósforo e álcool nas mãos de crianças e esperar não ver surgir um incêndio incontrolável.

                            Se computadores de civilizações adiantadas (capazes de criar geradores de átomos, ou seja, reatores de fusão, como vimos das traduções, e controlar “sóis negros” e “sois brancos”, de viajar entre as estrelas e realizar outras proezas) foram colocados na Terra ESTÃO CRAVADOS BEM FUNDO, tanto no sentido literal quanto metafórico, isto é, bem baixo no solo e bem disfarçadamente. Talvez os pilares, os obeliscos, como foram chamados, significassem uma pista. A menos que possam ser recolocados nos seus lugares e triangulados pela Matemática, dificilmente será possível achar a “boca”, a entrada.

                            Com relação à chave, não é preciso achá-los para dar com ela. Na Rede de Cognatos (que só serve para o português, a do aramaico depende de como as palavras foram faladas e depois grafadas – cada língua talvez necessite de um quadro próprio) podemos ver as indicações de que Pi, um dos transcendentais, é uma das (presumidamente sete) chaves, e não necessitamos dos obeliscos para decifrar. Nossas próprias máquinas podem fazê-lo. A curiosidade seria de outro grau, arqueológica e psicológica, de topar com outro ramo civilizatório, de raiz própria.

                            Vitória, segunda-feira, 8 de setembro de 2003.

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