Pedagogia da ONU
Já vimos que a ONU
(Organização das Nações Unidas) não tem uma Escola da ONU (pré-primário,
primeiro e segundo graus, universidade, mestrado, doutorado, pós-doutorado). E
isso se dá porque ela não tem um propósito de globaliz/ação, ato permanente de
globalizar. Ela apenas se conserva desde 1945 para evitar guerras, o que não
consegue, ou para organizar as nações como se estivessem unidas. É um palco,
não é uma escola; e, sendo palco, resta saber se de circo, o que mais parece.
Ora, se a ONU pretendesse
colocar uma Escola geral deveria antes de tudo ter uma pedagogia, uma prateoria
de transferência de Conhecimento (Magia/Arte mundial, Teologia/Religião global,
Filosofia/Ideologia planetária, Ciência/Técnica universal e Matemática internacional),
uma PEDAGOGIA DA ONU.
Se não tem – e,
parece, não quer ter, nem sente que deva ter, não consegue visualizar a
necessidade de ter – é porque sequer vê como meta ou aspiração ou objetivo ou
propósito o ter.
E qual seria este?
Seria o de globalizar,
o que nunca tentou.
Já vimos que não é
um organismo. Se nunca tentou ser é porque sempre se viu sujeita às vontades do
Conselho de Segurança, em particular aos EUA. Nunca se viu como dotada de
vontade própria, sempre obediente que foi, é e talvez continue sendo.
Se quisesse ter uma
pedagogia deveria mirar primeiro o objeto, que seria, é lógico, estabelecer um
governo mundial, com supremo AMBIENTE (mundo para nações, estados,
municípios/cidades) de PESSOAS (empresas, grupos, famílias e indivíduos).
Deveria ter, então, uma PEDAGOGIA PLANETARIZANTE, que tornasse as nações planetárias
realmente membros de um governo mundial. Porém ela não se sente autorizada, nem
muito menos competente para querer, dado que é títere, mamulengo do Conselho de
Segurança.
A ONU sequer se
acredita existente NO MUNDO. Ela é uma sombra, uma projeção, uma derivação das
coisas substanciais, reais. Porisso não tem pedagogia nem Escola, pois só
existe em virtual, como pau-mandado dos outros: “vá lá, cachorrinho”.
Vitória, quarta-feira,
03 de dezembro de 2003.
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