Tenho visto a sanha
do avanço dos homossexuais, os veados e os sapatões ameaçando a família com
exposição pública, o que é detestável.
Então, pensei se
eles venceriam.
Bom, para começar a
Curva do Sino ou de Gauss ou das Distribuições Estatísticas põe na extrema
esquerda e na extrema direita apenas uma quantidade ínfima, que imaginei ser em
cada caso 2,5 % (o produto de dois lados dando 5,0 % do erro estatístico – que
têm um propósito no Desenho de Mundo ou Plano da Criação) do total,
contaminando em cada caso outro tanto, dando como soma 10,0 % de comprometidos.
Por esse lado, não, estarão sempre fechados em 1/10 - um décimo - e isso
constituirá sempre minoria, embora minoria gritante, que deve ser calada.
Segundo que vêm
vindo aí uma furiosa fusão nova entre homens e mulheres, que não depende mais
apenas dos elogios dos machos às fêmeas, pois se dará na mesma direção, sentido
inverso, das fêmeas aos machos. É que a ligação presente entre fêmeas e
pseudofêmeas e machos e pseudomachos é resultado da covardia de ambos os lados,
caindo-se na acomodação das facilidades. Na medida em que, como eu disse
outrora, as mulheres tivessem acesso a mais dinheiro e maior liberdade de
decisões, elas optariam por dar vazão às suas fantasias. A seguir, a outra
fantasia é voltar às relações antigas, só que agora por vontade própria, isto
é, por interesse feminino. E quanto mais liberdade elas tiverem, maior será
esse impulso. Como, creio, terão ainda maior liberdade, visto que o processo de
liberação está apenas começando, a ânsia por essa ligação feminina com os
machos assumirá proporções epidêmicas, muito furiosas, raivosas até entre elas,
enorme competição, desbocada, suja, violenta mesmo.
Então, está
recomeçando o velho amor macho-e-fêmea, só que com uma densidade e uma taxa
acelerada de fusões, uma coisa nunca vista (que pode e deve ser comercialmente
explorada) – uma reconfiguração espantosa, assombrosa até. As pessoas sequer
sonham com o que está vindo.
Vitória,
quinta-feira, 04 de dezembro de 2003.
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