Equações
Por instigação de
meu filho, Gabriel, fiz vestibular para Matemática e passei na primeira fase em
2003 na UFES. Desde lá por 1970 eu pensava que os tensores teriam grande
importância no desenvolvimento dela, o que só poderei ver a seguir, se conseguir
permanecer além do primeiro semestre, que é decisivo agora. Mas sei da Rede
Cognata (veja no Livro 2, artigo Rede e
Grade Signalíticas) que equações = TENSORES = TENSÕES = TROPOS = DOMÍNIOS =
TEMPOS = DUPLAS, etc., o que elas são mesmo.
Acontece que venho
pensando nas equações faz bastante tempo, embora não insistentemente, podendo
chegar a várias conclusões. Por exemplo, de fato equações são duplas, separadas
por um sinal de igualdade. Já vimos que tal sinal É MATEMÁTICO, essa igualdade
se estende infinitamente, não-finitamente, para sempre, com qualquer quantidade
escolhida de casas decimais, o que não se dá com as equações do Conhecimento
restante (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, Ciência/Técnica)
restante, que dependem de apontamento de GRAU DE PRECISÃO, ou seja, de
tratabilidade, qualidade do que é tratável, que pode ser tratado ou trabalhado
– enfim, de utilidade. Veja isso na Física, onde é clássico colocar o cuidado
potencial na base 10, digamos, 2,5. 109.
Além disso, no
modelo as coisas aparecem como pares polares opostos/complementares, do tipo
sim-não e outros, de soma zero, modelação 50/50. Assim sendo, as equações
também são pares de partículas e de campos, são campartículas ou ondas, são composições,
são compostas, porisso de um lado devem idealmente ficar as partículas ou
incógnitas, o que se quer resolver, para as quais buscamos respostas ou
soluções, e do outro o restante, o campo a que se aplicam. Em resumo, as
equações estão MAL FORMULADAS, mal desenhadas, são impróprias. Deveriam ser
postas como SOMA DE PARTÍCULAS (incógnitas) = SOMA DE CAMPOS (no que se aplicam
ou resolvem) ou ainda soma de energias que compõe ou constroem os campos.
De novo: de um lado
a soma dos problemas, do outro a soma de soluções, isto é, o espaço no qual SE
RESOLVEM. Infelizmente não raciocinaram o suficiente sobre as equações ou
duplas, de modo que emocionalmente as vemos como unidades caóticas. É bom
seguir assim, mas não é tão bom quanto poderia ser.
Ou seja, falta uma
DIMENSIONALIDADE DAS EQUAÇÕES, como existe para unidades, o ESTUDO DIMENSIONAL
DE UNIDADES, que procura determinar o equilíbrio delas. Se seguíssemos essa técnica,
através dos transientes poderíamos chegar a muitas novidades, bem
interessantes, no sentido de fundir equações e obter novos aportes.
Idealmente, no final
mesmo, na Tela Final TODAS as equações vão ser fundidas na Matriz de Equações
(= MODELOS DE DEUS). Acho que nós não olhamos as equações com o devido cuidado.
Vitória, sábado, 06
de dezembro de 2003.
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