Escola da Esfera
Olhando assim a
esfera sem mais cuidado ninguém dá nada por ela, mas podemos transformá-la para
ser, além do que já é, símbolo da perfeição num sentido adicional.
Veja o centro no
espaço como soma zero geral e na reta como soma 50/50 de pares polares
opostos/complementares, os raios que se opõe dois-a-dois e se complementam como
diâmetros, todos do mesmo tamanho, enfeixados por tal centro em infinitas
posições que formam a superfície da esfera perfeitamente lisa, símbolo de
governo completamente azeitado.
Nela, quanto maior
se é no real, isto é, quanto maior é o raio, tanto menos próximo do centro =
ABSOLUTO = GOVERNADOR = CRISTO (veja na Rede Cognata, Livro 2, Rede e Grade Signalíticas) ou do
virtual ou da verdade se coloca o ente. Em resumo, quanto maior se parece tanto
menor se é. A dilatação do raio se assemelha fortemente com o orgulho humano.
Também podemos
pensar que alinhar infinitos raios dois-a-dois como infinitos diâmetros é como
casar dois-a-dois infinitos parafusos em infinitas porcas, sem engrimpar, sem
enguiçar. A esfera é símbolo do “rolar macio” pelo qual as pessoas têm
instintivamente apreço, como quando se diz que a cerveja ou a cachaça desceu
“redondinha” na garganta, isto é, não feriu, não doeu.
E que habilidade
deve ter o centro para colocar os raios todos, que tem oposição natural, que
são naturalmente opostos, juntos, mas sem criar tumulto! Pelo contrário, todos
se anulam mutuamente e o esforço no centro propriamente dito é zero, nulo,
nenhum. Que infinita capacidade deve ter esse centro!
Por aí você pode ver
quanto podemos aprender com a esfera, simplesmente olhando-a e pensando nela.
Não é extraordinário podermos aprender tanto?
Vitória,
quarta-feira, 03 de dezembro de 2003.
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