terça-feira, 11 de abril de 2017


Empreendedorismo nas Escolas

 

                            O Estado (AMBIENTES: municípios/cidades, estados, nações e mundo, representado por políticos do Legislativo, governantes do Executivo, juizes do Judiciário) como amigo e como inimigo, e do mesmo modo as PESSOAS (empresas, grupos, famílias e indivíduos); os caminhos para colocar empresas (micro, pequenas, médias, grandes e gigantes), entre os quais aqueles até os órgãos do Estado (Junta Comercial, Secretaria da Fazenda – estadual e municipal -, Receita Federal); a mídia (TV, Revista, Jornal, Livro, Rádio e Internet), que ajuda e atrapalha; as instituições e academias (empresas “juniores” nas universidades); incubadoras de empresas; financiamento pelo BANDES (Banco de Desenvolvimento do ES), pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), pela SUDENE (como Cristo ela morreu e ressuscitou); as empresas de contabilidade; endereços reais e virtuais; exportação e importação; Economia (agropecuária/extrativismo, indústrias, comércio, serviços, bancos) por setores a escolher. Há tanto para falar que começando aos sete anos ainda levará uma vida inteira para preparar as crianças, de modo que aqueles (as) entre elas que forem colocar empreendimentos não dêem “com os burros n’água” no primeiro ano.

                            Um participante da rede de ensino de Vila Velha disse que não se pode colocar na grade curricular, embora o Tributo nas Escolas (com o nome de Consciência Tributária) já esteja espalhado na do Espírito Santo desde lá por 1995; um deputado federal disse que o Conselho Federal de Educação, do MEC (Ministério da Educação e Cultura) é resistente, mas toda resistência cessa quando se percebe que o tema é relevante, é fundamental para o futuro do país.

                            Como comprar máquinas e equipamentos, como organizar o escritório, como contratar funcionários e pagar as obrigações sociais, como adquirir as embalagens, de onde comprar os insumos, onde vender as mercadorias, as necessidades de provisões, a organização dos estoques, o crescimento além do domínio familiar - há um milhão de perguntas a responder.

                            Vitória, terça-feira, 02 de dezembro de 2003.

Nenhum comentário:

Postar um comentário