Cão-Vivo
Um nome estranho,
mas útil de dois modos:
1. CÃO
VIVO: que
des-aprisione (para criar a palavra) os cães e as cadelas de todas as raças de
seus apartamentos e casas, para voltarem, mesmo que temporariamente, a viver em
grupo, em conjunto, com os de sua espécie, embora das várias raças. Aí o que se
quer destacar é a vivacidade, a animação, o calor deles, os latidos, a alegria
de estarem juntos, com isso fazendo a alegria dos donos e donas;
2. CONVÍVIO: essa coisa da convivência deles
sendo passada aos proprietários (é estranho dizer que alguém é proprietário de
outro ser vivo, ainda que de animais), de modo que estes convivam em torno da
criação de animais domésticos, em especial de caninos, olhando produtos, tosa,
cuidados de vacinação e outros e enquanto isso bebendo e se divertindo, com treinadores
cuidando dos animais e, se for o caso, colocando para cruzar com este ou aquele
animal, conforme autorizado em papel.
Esse tipo de lugar amplo pode se
espalhar em todo o Espírito Santo, no Brasil e no mundo como franquia, como
ampliação do fazer, de modo muito bem transado, podendo-se levar à perfeição,
com biblioteca e livraria anexas, com fitoteca, com vídeo-locadora, com uma
série de serviços, porque enquanto esperam as pessoas podem comprar muitas
coisas, desde que o principal objetivo não seja lhes vender nada, fora o
serviço aos animais, nem muito menos supervender, empurrar mesmo. Como existem
animais em todos os países e o número de cidades e fechamentos está crescendo,
será um sucesso irresistível.
Com lugar para fazer os cães correrem,
saltarem, perseguirem coisas, como fariam na natureza primitiva – uma série de
facilidades -, tirando-os da reclusão, para sua felicidade e dos donos.
Vitória, sexta-feira, 05 de dezembro
de 2003.
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