terça-feira, 11 de abril de 2017


Cão-Vivo

 

                            Um nome estranho, mas útil de dois modos:

1.       CÃO VIVO: que des-aprisione (para criar a palavra) os cães e as cadelas de todas as raças de seus apartamentos e casas, para voltarem, mesmo que temporariamente, a viver em grupo, em conjunto, com os de sua espécie, embora das várias raças. Aí o que se quer destacar é a vivacidade, a animação, o calor deles, os latidos, a alegria de estarem juntos, com isso fazendo a alegria dos donos e donas;

2.       CONVÍVIO: essa coisa da convivência deles sendo passada aos proprietários (é estranho dizer que alguém é proprietário de outro ser vivo, ainda que de animais), de modo que estes convivam em torno da criação de animais domésticos, em especial de caninos, olhando produtos, tosa, cuidados de vacinação e outros e enquanto isso bebendo e se divertindo, com treinadores cuidando dos animais e, se for o caso, colocando para cruzar com este ou aquele animal, conforme autorizado em papel.

Esse tipo de lugar amplo pode se espalhar em todo o Espírito Santo, no Brasil e no mundo como franquia, como ampliação do fazer, de modo muito bem transado, podendo-se levar à perfeição, com biblioteca e livraria anexas, com fitoteca, com vídeo-locadora, com uma série de serviços, porque enquanto esperam as pessoas podem comprar muitas coisas, desde que o principal objetivo não seja lhes vender nada, fora o serviço aos animais, nem muito menos supervender, empurrar mesmo. Como existem animais em todos os países e o número de cidades e fechamentos está crescendo, será um sucesso irresistível.

Com lugar para fazer os cães correrem, saltarem, perseguirem coisas, como fariam na natureza primitiva – uma série de facilidades -, tirando-os da reclusão, para sua felicidade e dos donos.

Vitória, sexta-feira, 05 de dezembro de 2003.

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