sexta-feira, 14 de abril de 2017


A Busca do Santo dos Santos

 

                        Foi acreditando nas antigas lendas que Heinrich Schliemann (alemão, 1822 a 1890, 68 anos entre datas) descobriu as ruínas de Tróia, aquela mesma da guerra com os gregos, nas colinas de Hissarlik, na Turquia.

                        Como você poderá ler no artigo Santo dos Santos, Livro 51, a Rede Cognata (Livro 2, Rede e Grade Signalíticas) nos autoriza a traduzir como ENERGIA DAS ENERGIAS = SEGREDO DOS SEGREDOS = PIRÂMIDE DAS PIRÂMIDES = PODER DOS PODERES, etc., assim como Santo Graal = PODER GERADOR = ENERGIA CRIADORA, etc., e Cálice Bento = CRIADOR BOMBAS = GERADOR TEMPESTADES, etc.

                        Já vimos que a última notícia é a presença dele no Templo de Salomão lá por 900 antes de Cristo, depois não se ouvindo mais falar nada. É provável que tenha levado 40 anos para os judeus fugitivos fugirem do Egito porque a Arca da Aliança (= BARCA DE ADÃO, a nave que o trouxe) era muito pesada, pesadíssima, necessitando de milhares de pessoas para transportá-la a muito custo.

                        Agora, se foi retirada de Israel entre 900 e 600 antes de Cristo, não se sabe de nenhuma operação notável que correspondesse a movimentar algo tão aparatoso, tão visível, tão evidente, de dentro do Templo construído com o auxílio de Hirão I, rei de Tiro (969 a 935 a.C.), cidade antiga do Líbano ao sul da atual Beirute. O livro de Giacoma Limentani, O Midraxe (Como os mestres judeus liam e viviam a Bíblia), São Paulo, Paulinas, 1998, diz, p. 122, "(...) Nabucodonosor era enteado de Hirão (...)", mas o Nabucodonosor II que aparece nas enciclopédias é o babilônico filho de Nabopolassar e nasceu por volta de 630 a.C., morrendo em 561 a.C. Não pode ser aquele outro, que seria o Nabucodonosor I. Este deve ter sabido dos segredos judeus através de Hirão, que forneceu as madeiras e era íntimo de Salomão. Esses segredos passaram à corte sumeriana, onde o Nabucodonosor II ficou sabendo, tendo invadido Jerusalém em 597 a.C. e iniciando o chamado "cativeiro da Babilônia". Nada encontrou, pois não há descrição; é que os judeus provavelmente já deviam ter removido o Santo dos Santos. Para onde terá ido uma coisa assim grande e como pode ter circulado sem causar celeuma?

                        Eis a questão mais aguda: para onde foi entre 900 e 600 a.C.?

                        Seria possível seguir o rastro? Em todo caso Stephen Spielberg diz no filme de FC Indiana Jones e a Arca da Aliança que ela foi parar no Vaticano. Será? Teria de ser uma operação portentosa e bem no começo do século, lá por 1920. Como começar?
                        Vitória, domingo, 07 de dezembro de 2003.

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