Salva-Vidas Celeste
Fico assombrado que
passados quase 100 anos desde que Santos Dumont levantou do chão o “mais pesado
que o ar” em 1906 ainda não tenhamos a bordo dos aviões (que caem com grande
freqüência, apesar das estatísticas terem demonstrado – erradamente – que são
tantos em tantos quilômetros, menos que carros, etc.) salva-vidas celestes.
Não apenas pára-quedas,
o que deve existir também, obrigatoriamente, e sim os SVC que vou descrever,
pois há barcos salva-vidas nos navios e deve haver também nos aviões.
Os aviões são grandes e
na parte de baixo (ou de cima, conforme os estudos alternativos) pode se
destacar uma BARCA planadora que leve as asas junto, sem os motores (que
ficarão em baixo se a parte destacável ficar em cima e vice-versa), deixando
apenas a fuselagem mergulhar em forma de charuto para se esborrachar no chão.
Os passageiros ficarão deitados, apertados, com os dois pilotos tendo espaço
maior, para fazer as manobras. Claro, o SVC terá sistemas redundantes de rádio,
ligados independentemente a vários satélites, começando a emitir logo após a
separação.
Então, teremos na
realidade DOIS AVIÕES, um com motores na parte de cima (ou de baixo), outro,
sem motores, na parte de baixo (ou de cima). No caso de desastre do maior, 2/3,
o 1/3 restante salvará os passageiros, destacando-se já perto do chão, o máximo
que os pilotos acharem conveniente ir. Além disso, os passageiros terão
pára-quedas, os das mulheres ou homens que levem crianças sendo duplo, para
saltarem na eventualidade da barca sofrer avarias. Não importa quanto custe, é
fundamental. O mesmo deve ser feito com ônibus (embora aqui o sistema seja
outro), melhorando a segurança geral.
A questão toda é que o
ser humano foi deixado muito desprotegido esse tempo todo, o que é imperdoável
e será somado à conta geral dos capitalistas e dos exploradores precedentes.
Vitória, quinta-feira,
04 de dezembro de 2003.
Nenhum comentário:
Postar um comentário