Paragente
Um certo Rui,
inventou o "paragente", que tem vários significados: 1) para-agente,
agente-além (dos governos - autônomos); 2) agente de parapente, o pára-quedas
que não é mais circular na projeção ideal no plano e sim imita um pente, 3)
outros, porventura.
Isso mostra que os
brasileiros podem construir ou inventar sem auxílio dos estrangeiros, mas,
muito mais que isso, como as coisas se aceleram tanto a ponto de colocar em
perigo a inteligibilidade, situando as coisas fora do alcance dos seres humanos
colocados em baixo (nas escalas de povo, lideranças, profissionais,
pesquisadores, estadistas, santos/sábios e iluminados). O camarada juntou um
parapente com um motor costal, posto nas costas, com grandes hélices e criou um
avião viável muito leve e manobrável. Toma algumas bóias e joga-as aos
socorridos, os ameaçados de afogamento. Tendo morrido 14 num ano em certa praia,
22 foram socorridos no ano seguinte e nenhum morreu.
Veja só como
providências simples, quando não contidas pelos burocratas ou
não-desestimuladas pelos governantes acabam por propulsionar um conjunto, no
caso o Brasil e o mundo, para além de Santa Catarina, onde surgiu. Basta os
governempresários não atrapalharem e tudo dá certo. Se eles pudessem ajudar,
contribuir, seria melhor ainda.
Imagine quantos
milhares de idéias estão esperando através do Brasil para emergirem, se houver
apenas um punhado de ajuda por parte dos governantes do Executivo, dos
políticos do Legislativo e dos juizes do Judiciário, através do SENAI (Serviço
Nacional da Indústria) e do SENAC (Serviço Nacional do Comércio),
governamentais, além do SEBRAE e outras instituições; bem como dos empresários,
sozinhos ou em suas corporações, especialmente SESI (Serviço Social da Indústria)
e do SESC (Serviço Social do Comércio), habilitando pessoas que indicassem como
inventar e como registrar as patentes.
Vitória,
sexta-feira, 12 de dezembro de 2003.
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