Gafé
Vi em minha mente
uma coluna de aço com vários cilindros transparentes, de vidro, postos na
vertical (podem ser seis, do hexágono) para várias misturas ou tipos de cafés
coados ou por espécie (extraforte, clássico, exportação, todas essas variedades)
vendido o líquido por 25, por 50, por 75, por 100 centavos ou por dois reais,
ou o que for - para vender em esquinas em toda parte do mundo.
Franqueável,
universal, vendendo também o pó ou os grãos ou moendo os grãos, como for, tendo
ou não salgadinhos.
Estimei os bairros e
distritos em dois ou três milhões no mundo (gostaria de saber mais
aproximadamente quantos); se cada um tiver dez quadras, cada uma com quatro
cantos, teremos 80 a 120 milhões de esquinas – para se ver a quantidade de
máquinas em tese necessárias. Além disso, podemos inicialmente contratar gente
para sair pelas redondezas vendendo café em garrafas térmicas.
O nome vem de GAVA +
CAFÉ = GAFÉ, uma fusão útil, registrável como domínio, seja em cartório seja
onde for. Não depende de muito capital inicial, se começar só com as garrafas,
entregando-as aos vendedores contra depósito e o café antecipadamente ou em
confiança, mais as xícaras de plástico (copinhos), tudo por 60 ou 70 % do
valor, ficando os vendedores com 30 ou 40 % dele.
Lógico que desde o
início haverá concorrência, daí a necessidade de desenvolver essa máquina
vistosa, de aço inox, de coluna alta, transportável por Kombi ou qualquer
utilitário, com banqueta para o vendedor, com cobertura alegre e colorida que
seja vista de longe. E a qualidade do café será tudo, bem como a honestidade
dos vendedores e a satisfação da clientela, com vendedores sempre bem
dispostos. O interesse maior é o licenciamento ou a venda das máquinas, porque
aí a concorrência diminui.
Podemos pensar na
colocação de fábrica para vender aos milhões essas máquinas, ainda mais que
existem centenas de milhões de empresas e repartições governamentais.
Vitória,
sexta-feira, 05 de dezembro de 2003.
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