Dois Governos
Vimos que quando
Indira Gandhi na Índia e Margareth Tatcher na Grã-Bretanha entraram em seus
governos se comportaram masculinamente, não como machos, mas pesadamente como
mulheres num governo de homens. É compreensível, pois além da admiração natural
de um por outro sexo há um passado, que foi, e um presente que é superdominado
pelos homens.
Entrementes, o
modelo primeiro e agora o Modelo da Caverna estão mostrando nitidamente que
devemos ter dois governos.
DOIS GOVERNOS
·
Dois
executivos (dois conjuntos de executivos);
·
Dois
legislativos (dois grupos de políticos);
·
Dois
judiciários (duas famílias de juizes).
Não quer dizer que serão ou agirão
separados, pelo contrário, devem estar FIRMEMENTE juntos, compreendendo
emocional e racionalmente o que é pedido – que juntos homens e mulheres
governem 50/50 os AMBIENTES (mundo, nações, estados, municípios/cidades) e as
PESSOAS (empresas, grupos, famílias e indivíduos, neste caso ouvindo a parceira
ou o parceiro, respectivamente).
REFLEXO
NA CHAVE DO LABOR GOVERNAMENTAL
·
Pareamento
no número de operários dos governos;
·
Pareamento
no contingente de intelectuais dos governos;
·
Pareamento
na quantidade de financistas dos governos;
·
Pareamento
na porção de militares dos governos;
·
Pareamento
no quinhão de burocratas dos governos.
Não precisa nem deve ser mesmo 50/50 e
menos ainda 5000/5000 – nenhuma precisão determinante é pedida, apenas que
esteja mais ou menos equilibrado, especialmente nos sucessivos CONGRESSOS DE
GOVERNO a serem realizados no sentido de apurar as tecnartes apropriadas de
condução. Queremos reduzir os atritos ao mínimo, visando as obras maiores, o
que só vai ser conseguido se a moeda de duas faces cara/coroa não estiver
dopada de nenhuma imperfeição do sobrepeso de um dos lados.
Vitória, quinta-feira, 18 de dezembro
de 2003.
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