terça-feira, 11 de abril de 2017


Defesa Mais Apta

 

                            Como já contei várias vezes, lá por 1988 enviei ao governo federal (no Espírito Santo, a parte que cabia, ao governo estadual) proposta de redução dos ministérios de 27 a 4, ou pouco mais, juntando Marinha, Exército e Aeronáutica num Ministério da Defesa, o que foi feito bem depois. Quando Collor entrou, ele reduziu a 12, mas depois aumentaram além dos 27.

                            O CONHECIMENTO MAIS APTO DA DEFESA MAIS APTA

·       Magia/Arte mais apta

·       Teologia/Religião mais apta

·       Filosofia/Ideologia mais apta

·       Ciência/Técnica mais apta

·       Matemática mais apta

FILOSOFIA/IDEOLOGIA DA DEFESA MAIS APTA (em todos os quartéis é preciso estudar)

·       FILOSOFIA MAIS APTA

1.       Filosofia do Exército

2.       Filosofia da Aeronáutica

3.      Filosofia da Marinha

4.      Filosofia (da força espacial, por nascer)

·       IDEOLOGIA MAIS APTA

-- sombras ou partidos paralelos (como se fossem governos paralelos). As três armas, juntas, criarão partidos-sombra que replicarão os partidos atuantes.

Observe que a Defesa não está defendendo nem o passado nem o presente. O passado, não, porque está morto; o presente também não, porque está morrendo a cada infinitésimo que passa. O futuro é que deve ser defendido. E o futuro é aptidão, é seleção da Defesa mais apta, que por enquanto são sempre as do primeiro e segundo mundos (daí, para quem está em terceiro, poder existir a tecnociência da IMITAÇÃO ASSIMÉTRICA, que imita, mas diverge), não do terceiro, quarto ou quinto. Sobre-vive aquele que é capaz de INVENTAR MAIS FUTURO, quer dizer, soluções, soberanias de mensagens no que virá, no que ainda não é (cujas sementes foram plantadas no passado e estão sendo plantadas no presente – daí a importância de estudar o passado e o presente, porque de outra forma não é possível identificar as linhas que vão para o futuro).

Para inventar mais e melhor futuro as forças/poderes de Defesa (força é o poder disseminado, caótico; poder é a força concentrada, mas que deve ser aplicada raramente, sob risco de perder eficácia) devem estudar com afinco e ter GRUPOS DE PRÉ-VISÃO, os tanques de pensimaginação (como os americanos viram logo, mas emocionalmente). Não são P.E.S. (poderes extra-sensoriais), são grupos que pré-vêem, através do Conhecimento geral, o que pode estar vindo em forma de mudança das linhas da Rede geral psicológica (q.v. o modelo).

Assim as F/P armadas devem estudar os movimentos mecânicos de PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos, empresas) e de AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nações e mundo) para pré-ver sua FUTURABILIDADE, a qualidade do que é "futurível" nas pessoambientes, nos governempresas, nas políticadministrações, isto é, o que alcançará o futuro em melhor ou pior posição.

Para tal, as F/P dependem de recursos. Como não podem produzi-los, ou se desvirtuarão de sua destinação, devem parasitá-los da coletividade, via tributos, através do Estado-governo organizado. Essa parasit/ação, ato permanente de parasitar, acompanha a produção dos mundos (de um a quinto), nos EUA devendo ser em 2004 nada menos que uns 400 bilhões de dólares, cerca de 1/25 avos da produção nacional. Isso pode ser feito na marra, mas nada assim é elegante; o melhor é que a coletividade esteja imbuída da necessidade - que de modo algum deve ser motivo de propaganda, sempre violenta em seu convencimento rub-reptício, fraudulento –porém por exposição pedagógica consentida, dentro do acordo socioeconômico nacional do povelite ou cultura, como seja a transferência legal e oficial de conhecimento nas escolas, razão pela qual deve ser disseminada nas outras disciplinas a matéria Defesa de Conjuntos.

A questão da Defesa não é simplória, pelo contrário; os pesquisadores é que passaram ao largo dela, inclusive os filósofos.

Vitória, sábado, 06 de dezembro de 2003.

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