Congresso Cosmopolita
Evidentemente a tese
interesseira dos municipalistas (de que moramos nas cidades, não nos estados,
etc.) é parcial, incompleta.
A MORADA COMPLETA DOS HUMANOS
·
Morada
mundial
·
Morada
nacional
·
Morada
estadual
·
Morada municipal/urbana (eles
ressaltam esta)
·
Morada
empresarial
·
Morada
grupal
·
Morada
familiar
·
Morada
individual
A visão municipalista é de somente 1/8
da solução.
Recusados os interesses unilaterais,
voltando à totalidade cumpre investigar como podemos aproveitar a globalização,
ato permanente de globalizar, para colocar em xeque as burguesias do mundo,
pois elas ofereceram de bandeja a remoção de muitos entraves. Como ser
COSMO/POLITA, morador do universo humano? Como podemos suplantar o
unidimensionalismo, a superafirmação doentia da unidimensionalidade forçada da
humanidade? Como chegaremos novamente a ser humanos totais, não repartidos por
esta ou aquela conveniência política?
Devemos realizar um congresso.
Congresso planetário, sem quaisquer divisões (pelo lado do cosmos), e político
(pelo lado da moradia) integral. Não de brasileiros ou de bolivianos, de
nepaleses ou de chineses, mas de todos os seres, inclusive os não humanos.
Quem financiará?
Não podem ser os governempresas,
porque muitas questões a serem discutidas os colocarão em perigo de
confrontamento. Devem ser instituições, recebendo dinheiro daqueles
endinheirados que tenham dinheiro e consciência sobrando e que vejam a
oportunidade única de promover essa reunião humana. Necessariamente doações
ocultas, sem noticiário público (até para proteger as identidades, dado que há
perigo de perseguição por parte dos doentes de isolamento – especialmente os
militares, que verão o falso perigo de fim dos confrontos).
Os critérios de seleção dos delegados
(1.200 deputados mundiais e 660 senadores mundiais, para as cerca de 220
nações, ou o que for) serão os mesmos do Congresso Mundial da Mulher, em Oslo,
Noruega.
Vitória, sábado, 13 de dezembro de
2003.
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