Assessoria do
Crescimento Humano
Como as coisas do modelo
são mais avançadas que o conhecimento pretérito disponível, em caso de adoção do
modelo pela ONG (organização não-governamental) Crescimento Humano (CH - que estamos criando) esta poderia treinar-se
para treinar os outros em troca de remuneração, porque se a CH é sem fins lucrativos os meios podem ser
rentáveis, ou seja, é exigido que no final os lucros intermediários tenham sido
distribuídos nas várias iniciativas que teremos no sentido de dilatar as possibilidades
humanas.
A CH deve então se
programar para prestar ASSESSORIA PSICOLÓGICA (a figuras ou psicanálises,
visando objetivos ou psico-sínteses, a cadeias produtivas ou econômicas, a
entidades organizativas ou sociológicas, a entes espaçotemporais ou
geo-históricos), em particular ASSESSORIA ECONÔMICA (a empresas
agropecuárias/extrativistas, a empresas industriais, a empresas comerciais, a empresas
de serviços e a empresas bancárias). E deve cobrar caro, proporcional aos
serviços prestados com eficiência e controle de qualidade, destinando esse
produto, fora o pagamento dos profissionais, aos vários tópicos que serão
abraçados sem qualquer amadorismo.
Isso quer dizer, por sua
vez, selecionar e treinar os assessores, de modo que não apenas sejam
proficientes no modelo como principalmente entendam que do outro lado estão
seres humanos (PESSOAS: indivíduos, famílias, grupos e empresas; AMBIENTES:
cidades/municípios, estados, nações e mundo) merecedores de respeito em sua
dignidade própria. Enfim, os assessores devem ter consciência DOS FINS humanos
e humanizantes e de sua própria existência, que se almeja mais digna e elevada.
Assim, o treinamento inicial dos profissionais assessores do CH deve ser
altamente exigente em termos de consciência, mas sem exageros que levariam ao
purismo e ao puritanismo satânico.
Vitória, terça-feira, 09
de dezembro de 2003.
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