Testando
a Antártica na Teoria da Era da Formação
A Antártica encontra-se presentemente coberta
de gelo: por visão direta não dá para ver nada debaixo da capa permanente de
gelo (existem os estranhos mapas do almirante turco Piri Reis).
É
ASSIM
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Piri Reis, 1513.
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Antártica coberta de gelo.
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Gelo retirado com uso de aparelhos.
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Tirando o gelo com uso de aparelhos de raios
é possível ver cordilheiras e o resto todo para testar a teoria, pois ela
deveria ter:
1. O local da queda do
supergigante;
2. O cráton ou planalto
condutor do processo;
3. O movimento de
condução da placa num sentido (indicando as componentes da flecha);
4. O arco formado quando
uma placa montou na outra;
5. O Grande Canal
Salgado e as sequências (inclusive dinossauros);
6. Finalmente a Floresta
Luxuriante;
7. Os consórcios de rios
(deve ser um par, opostos);
8. O deserto, se tiver
chegado a essa fase, como na África.
Os tecnocientistas podem testar: ou é ou não
é (meio-termo e acochambramento não dá, não podemos tolerar).
Para ser teoria científica deve mostrar coisas
do passado que sem a conjetura ninguém via; deve apontar novidade em relação ao
futuro, quer dizer, mostrar lugares novos onde está acontecendo (como na
Oceania, onde um novo continente deve surgir, como veremos, se tivermos tempo).
Ou seja, a hipótese muda o paradigma, a acomodação anterior, como disse Thomas Kuhn,
e seguir os preceitos de Karl Popper. Não se pode fazer arranjos, ou é ou não
é.
Tudo deve ser encontrado na Antártica, sem
tirar nem por.
Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de
2018.
GAVA.



