Dinos em Pantanais
Já
disse que não acredito nos grandes dinos andando em terra, seria peso demais,
os testes biomecânicos precisam ser feitos, bem como os cálculos de energia e
da entrega dela onde necessária com prontidão, na rapidez exigida pela fuga durante
os ataques dos predadores.
É
inconsistente.
Eram
enormes, do tamanho de casas, com pescoços gigantescos, com cabeças postas lá
no alto, 10 metros do chão, sei lá. Os paleontólogos apenas disseram, não
colocaram ninguém para ser do contra, como pedi em tudo.
ALGUÉM PENSOU NA
BIOMECÂNICA DISSO?
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Argentinossaurus.
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Depois da Era das
Formações comecei a ver as poças, os pântanos, os lagos, as lagoas como os
habitats dessas criaturas: lá dentro os predadores, com suas pernas curtas, não
poderiam entrar, ou seriam ineficazes. Um pântano é extremamente fértil, é
questão de estudar as questões de alimentação. Eles praticamente boiavam e iam
às margens comer – são sáurios, são serpentes com pernas. Aposto que depois de
fechados os Grandes Canais Salgados e formadas todas as poças, eles surgiram
aos montes, porque tinham agora sua habitação bem estabelecida; com isso os
predadores. E aposto também que os esqueletos serão achados onde estavam os
lagos, quer dizer, nos futuros lobatos, e não nos platôs ou planaltos ou nos
arcos de montanhas, por exemplo, na América do Sul não no Planalto Brasileiro
nem no Arco dos Andes, sempre nos pampas e áreas mais planas, aos milhares e
centenas de milhares (fração bem pequena foi preservada).
Os pescoços compridos
não eram para alcançar as folhas mais altas, com as massas que tinham bastaria
derrubar as árvores, como os elefantes fazer; é que ficavam dentro d’água só
com as cabeçorras de fora, mordendo os vegetais das margens ou balsedos,
plantas aquáticas.
Os paleontólogos não
são muito lógicos.
Vitória, domingo, 18
de fevereiro de 2018.
GAVA.


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