domingo, 18 de fevereiro de 2018


Dinos em Pantanais

 

Já disse que não acredito nos grandes dinos andando em terra, seria peso demais, os testes biomecânicos precisam ser feitos, bem como os cálculos de energia e da entrega dela onde necessária com prontidão, na rapidez exigida pela fuga durante os ataques dos predadores.

É inconsistente.

Eram enormes, do tamanho de casas, com pescoços gigantescos, com cabeças postas lá no alto, 10 metros do chão, sei lá. Os paleontólogos apenas disseram, não colocaram ninguém para ser do contra, como pedi em tudo.

ALGUÉM PENSOU NA BIOMECÂNICA DISSO?

Resultado de imagem para O maior dos dinossauros
Alamy
Argentinossaurus.

Depois da Era das Formações comecei a ver as poças, os pântanos, os lagos, as lagoas como os habitats dessas criaturas: lá dentro os predadores, com suas pernas curtas, não poderiam entrar, ou seriam ineficazes. Um pântano é extremamente fértil, é questão de estudar as questões de alimentação. Eles praticamente boiavam e iam às margens comer – são sáurios, são serpentes com pernas. Aposto que depois de fechados os Grandes Canais Salgados e formadas todas as poças, eles surgiram aos montes, porque tinham agora sua habitação bem estabelecida; com isso os predadores. E aposto também que os esqueletos serão achados onde estavam os lagos, quer dizer, nos futuros lobatos, e não nos platôs ou planaltos ou nos arcos de montanhas, por exemplo, na América do Sul não no Planalto Brasileiro nem no Arco dos Andes, sempre nos pampas e áreas mais planas, aos milhares e centenas de milhares (fração bem pequena foi preservada).

Os pescoços compridos não eram para alcançar as folhas mais altas, com as massas que tinham bastaria derrubar as árvores, como os elefantes fazer; é que ficavam dentro d’água só com as cabeçorras de fora, mordendo os vegetais das margens ou balsedos, plantas aquáticas.

Os paleontólogos não são muito lógicos.

Vitória, domingo, 18 de fevereiro de 2018.

GAVA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário