domingo, 18 de fevereiro de 2018


Artes & Manhas da Arquiengenharia

 

Antes de 1989 no mundo e 1995 no Brasil, e da telefonia universal, quase nada podíamos fazer, os livros eram caríssimos, especialmente os com fotos coloridas ou muitas páginas ou grandes ou de capa dura. E para reeditar com as atualizações era um sacrifício. Agora a Internet trouxe riqueza que nem podemos pegar com as mãos se juntarmos todos os seres humanos, porque a cada ano são produzidos US$ 80 trilhões em coisas, percentual grande de livros e conhecimentos (e outros meios).

Agora podemos tanto que 99,999 % das pessoas (não contando as crianças) não sabem como extrair informação, nem há quem a oriente para os caminhos da necessidade, nem que faça as misturas como a acima, das artes e macetes, as manhas, os caminhos de encurtamento, as trilhas e atalhos na floresta antes indevassada. E de toda a mídia (Revista, Rádio, Cinema, TV, Jornal, outros livros, Internet) vem tanta informação que atordoa a gente.

A arquiengenharia em especial, dentre as 29 tecnartes dos sentidos do corpo, pode agora criar uma lista ilimitada dos objetos e conformações e serviços oferecidos, surgindo novos a cada dia, ano após ano, como uma Wikipédia da A/E poderia oferecer em separado. Fico muito bravo com essa gente estupida. Uma riqueza-informativa TÃO VASTA que nem podemos aquilatar!

E ficam dormindo, os bobocas.

Antes seria preciso um livro de dezenas de milhares de páginas, nem os escritórios de A/E poderiam comprar. Agora é só seguir o precedente da Wikipédia e já temos! Eis! É de arrancar os cabelos todos do corpo um a um de tanta raiva das asneiras dos estúpidos.

Vitória, domingo, 18 de fevereiro de 2018.

GAVA.

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