Artes & Manhas da Arquiengenharia
Antes de 1989 no mundo e 1995 no Brasil, e da
telefonia universal, quase nada podíamos fazer, os livros eram caríssimos,
especialmente os com fotos coloridas ou muitas páginas ou grandes ou de capa
dura. E para reeditar com as atualizações era um sacrifício. Agora a Internet
trouxe riqueza que nem podemos pegar com as mãos se juntarmos todos os seres
humanos, porque a cada ano são produzidos US$ 80 trilhões em coisas, percentual
grande de livros e conhecimentos (e outros meios).
Agora podemos tanto que 99,999 % das pessoas
(não contando as crianças) não sabem como extrair informação, nem há quem a
oriente para os caminhos da necessidade, nem que faça as misturas como a acima,
das artes e macetes, as manhas, os caminhos de encurtamento, as trilhas e
atalhos na floresta antes indevassada. E de toda a mídia (Revista, Rádio,
Cinema, TV, Jornal, outros livros, Internet) vem tanta informação que atordoa a
gente.
A arquiengenharia em especial, dentre as 29
tecnartes dos sentidos do corpo, pode agora criar uma lista ilimitada dos
objetos e conformações e serviços oferecidos, surgindo novos a cada dia, ano
após ano, como uma Wikipédia da A/E poderia oferecer em separado. Fico muito bravo
com essa gente estupida. Uma riqueza-informativa TÃO VASTA que nem podemos
aquilatar!
E ficam dormindo, os bobocas.
Antes seria preciso um livro de dezenas de
milhares de páginas, nem os escritórios de A/E poderiam comprar. Agora é só
seguir o precedente da Wikipédia e já temos! Eis! É de
arrancar os cabelos todos do corpo um a um de tanta raiva das asneiras dos
estúpidos.
Vitória, domingo, 18 de fevereiro de 2018.
GAVA.
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