segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018


Testando a Antártica na Teoria da Era da Formação

 

A Antártica encontra-se presentemente coberta de gelo: por visão direta não dá para ver nada debaixo da capa permanente de gelo (existem os estranhos mapas do almirante turco Piri Reis).

É ASSIM

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Piri Reis, 1513.
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Antártica coberta de gelo.
Resultado de imagem para ANTÁRTIDA mapa sem gelo cobertura
Gelo retirado com uso de aparelhos.

Tirando o gelo com uso de aparelhos de raios é possível ver cordilheiras e o resto todo para testar a teoria, pois ela deveria ter:

1.       O local da queda do supergigante;

2.       O cráton ou planalto condutor do processo;

3.      O movimento de condução da placa num sentido (indicando as componentes da flecha);

4.      O arco formado quando uma placa montou na outra;

5.      O Grande Canal Salgado e as sequências (inclusive dinossauros);

6.      Finalmente a Floresta Luxuriante;

7.       Os consórcios de rios (deve ser um par, opostos);

8.      O deserto, se tiver chegado a essa fase, como na África.

Os tecnocientistas podem testar: ou é ou não é (meio-termo e acochambramento não dá, não podemos tolerar).

Para ser teoria científica deve mostrar coisas do passado que sem a conjetura ninguém via; deve apontar novidade em relação ao futuro, quer dizer, mostrar lugares novos onde está acontecendo (como na Oceania, onde um novo continente deve surgir, como veremos, se tivermos tempo). Ou seja, a hipótese muda o paradigma, a acomodação anterior, como disse Thomas Kuhn, e seguir os preceitos de Karl Popper. Não se pode fazer arranjos, ou é ou não é.

Tudo deve ser encontrado na Antártica, sem tirar nem por.

Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018.

GAVA.

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