O
Terceiro Time do Stálin de Duas Caras
No presente a China anda empurrando a Coreia
do Norte contra os EUA e vice-versa, isso é típico dos chineses; e depois
empurrará a Rússia contra o Ocidente e vice-versa.
Essa era a política manhosa de Stálin, como
nas vésperas da II Guerra Mundial, contra açulou a Alemanha contra a Grã-Bretanha
e ficou esperando eles se estraçalharem para pegar os despojos. Como já falei,
Hitler percebeu a trama e colocou um tenaz, os EUA apertando a URSS na Europa e
cercando a URSS no Oriente (jogou as bombas em Hiroshima e Nagasaki não só para
deter o Japão, mas principalmente para mostrar aos comunistas que não estava de
brincadeira).
A China não era stalinista, continua sendo.
Stálin morreu em 1953, porém não a sua
ideologia de duas caras. Agora a China é o terceiro time entre EUA-Europa e
Rússia tanto no Ocidente quanto no Oriente, sem falar nos muçulmanos tolos
(eles vão desaparecer durante o século 21) com aquilo de “nós vamos conquistar
o Ocidente”.
MUÇUL-MANOS
OFENSORES
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Os islamitas têm de ser desentocados e
caçados no mundo inteiro, barrados e presos, extraditados (e não se deve deixar
entrar estrangeiros de suas pátrias, onde proíbem a cristandade de se
manifestar com dois pesos e duas medidas). Não são capazes de pensar e querem
tomar o que é dos outros, como a Esquerda geral.
A China está usando tudo isto em todo o
mundo.
Roubou as ideias do Ocidente, não pagou,
pegou o Conhecimento geral (veja As
Melhores Universidades da China, Chinatown, Os Avanços da China e textos
correlatos) e agora se volta contra nós (a culpa é de Nixon e Kissinger).
Em resumo, a China é o terceiro time que joga
dos dois primeiros um contra o outro, esperando alcançar a destruição de ambos.
E vem seguindo a política duas-caras de Stálin.
Vitória, segunda-feira, 17 de abril de 2017.
GAVA.
ANEXO
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Wikipédia.
Ruptura
sino-soviética
Por ruptura sino-soviética designa-se a crise nas relações
entre a República Popular
da China e a União
Soviética que começou em finais da década de 1950 e
se intensificaria durante a década de 1960.[1]
Origens
As raízes do conflito entre os comunistas chineses e a União Soviética
remontavam à época em que Mao Tse-tung tinha
tomado o poder no Partido Comunista
Chinês contra as preferências soviéticas. Até esse momento, o
Partido Comunista Chinês esteve sob a tutela da União Soviética através do Komintern ou Terceira Internacional, a
organização financiada por Moscou para promover o
comunismo no mundo. Mao tinha marcado distâncias com o comunismo soviético,
desenvolvendo uma ideologia comunista própria, baseada mais nos camponeses do
que nos operários urbanos, contra a ortodoxia ideológica soviética. Na luta
pelo poder que teve lugar durante a Grande Marcha, Mao Tse-tung converter-se-ia num
líder indiscutível do partido, frente aos dirigentes de formação russa
apoiados por Moscou, Bo Gu e
Wang Ming.
Apesar destas diferenças e da antipatia pessoal entre os dois líderes, Mao e Stalin, a vitória comunista na Guerra Civil Chinesa
em 1949 tinha feito necessária a aliança entre os
dois regimes por conveniência mútua. A República Popular da China,
especialmente depois da Guerra da Coreia, não podia recorrer à ajuda do
Ocidente, e a União Soviética era a referência internacional do movimento
comunista que, sob Stalin, tinha conseguido converter-se numa das maiores
superpotências do mundo. Por sua vez, a União Soviética, no seu papel de
líder do movimento comunista, via a subida ao poder de um partido comunista,
no país mais populoso do mundo, como um passo de suma importância na expansão
do seu sistema político e da sua influência global.
Desenvolvimento do conflito
No entanto, as diferentes visões chinesa e soviética da colaboração
entre ambos provocariam um conflito crescente. Enquanto que a União Soviética
pretendia tratar a China como mais um dos seus satélites, ao estilo dos
países da Europa Oriental,
os dirigentes da República Popular desejavam um tratamento em condições de
igualdade. Não em vão, um dos objetivos da luta comunista na China tinha sido
libertar o país da submissão das potências estrangeiras (Japão e EUA).
A ajuda da União Soviética à China foi vista como mesquinha e
interesseira por muitos dirigentes chineses, entre eles Mao, a quem Stalin já
tinha tratado com desdém na sua primeira visita a Moscou em entre o final de
1949 e o início de 1950, que resultou na assinatura de um Tratado de Amizade,
Aliança e Assistência Mútua, em 14 de fevereiro de 1950, que continha uma
obrigação de assistência recíproca no caso de um conflito com uma terceira
potência. Em troca desse tratado a China teve que reconhecer a independência
da Mongólia, que já fora parte do Império Chinês,
permitir o uso pelos soviéticos do Porto de Dalian e, até 1952, da base naval de Lüshunkou (Port Arthur), além de outras
concessões na Manchúria e em Xinjiang[2] [3]. Se bem que o prestígio de Stalin
tinha mantido as formas e a necessidade da colaboração com o único aliado
natural com o qual podia contar um novo regime comunista, a subida ao poder
de Nikita Khrushchov
revelaria as profundas discrepâncias entre as duas partes. Além disso, o
abandono da ortodoxia ideológica por parte de Khrushchov, que inclusive
falava em conseguir uma "convivência pacífica" com o Ocidente
capitalista, irritou Mao, para quem a luta contra o capitalismo, até à sua destruição, era um dogma
ideológico irrenunciável.[4]
Em 1955, a China se recusou a fazer parte do Pacto de Varsóvia,
que foi um pacto de defesa mútua que envolveu a União Soviética e países do Leste Europeu para se contrapor à Organização
do Tratado do Atlântico Norte (Otan)[5].
Em 1957, foi realizada uma conferência de líderes de países
socialistas em Moscou, na qual Nikita Khrushchov
reafirmou a conclamação para que o bloco socialista lutasse por uma coexistência pacífica com o mundo capitalista.
Tal conclamação foi rejeitada por Mao Tsé-Tung, que convocou os outros líderes a
não ter medo de armas nucleares e a pegar em armas na luta contra o imperialismo:
Em 1958, Khrushchov propôs a construção de uma estação rádio na China
para permitir a comunicação com submarinos soviéticos, além do uso de portos da
China pela Marinha Soviética.
Em troca a URSS ajudaria a China a construir seus próprios submarinos. A
proposta foi considerada um insulto por Mao, que declarou:
Assim, Mao Tsé-tung começava a ver a China como a nova referência real
do comunismo no mundo, que deveria abandonar uma União Soviética que traía a
causa ideológica. Precisamente este crescente confronto ideológico levaria a
União Soviética a cancelar o seu intuito de ajudar a China no seu projeto
nuclear. Após a Segunda
Crise do Estreito de Taiwan, Khrushchov, temendo um confronto
armado com os Estados Unidos da
América devido à questão de Taiwan:
Em 1962, a ruptura se aprofundou quando a União Soviética,
com base no princípio da coexistência pacífica,
adotou uma postura de neutralidade em
relação à Guerra sino-indiana.
Essa posição foi duramente criticada por um editorial publicado no jornal Diário Popular
em dezembro de 1962, que observou que aquela seria a primeira vez que um
Estado comunista se recusava a ficar ao lado de outro Estado comunista contra
um país "burguês":
Além disso, o editorial pedia para que os aliados da China:
Também é digno de nota que a crise dos mísseis
soviéticos em Cuba, ainda em 1962, deu oportunidade a Mao Tsé-Tung de atrair comunistas descontentes
com a política de coexistência pacífica,
acusada de revisionismo.
Em 1964, Mikhail Suslov,
membro do Politburo e ideólogo do Partido
Comunista da União Soviética, criticou abertamente a conduta
chinesa durante o conflito sino-indiano:
Os dirigentes chineses consideravam que os interesses soviéticos não
coincidiam em absoluto com os interesses chineses. A República Popular da
China, num dos momentos mais difíceis da sua história, os anos de 1960,
via-se ainda mais isolada internacionalmente ao não contar nem com o apoio do
Ocidente nem com o do bloco soviético. Cuba
abandonou logo a política de neutralidade ante o conflito sino-soviético. A Albânia, o pequeno país europeu que tinha abandonado também o modelo
soviético, converter-se-ia no seu único aliado ideológico.
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