Documentiras
Assisti A História do Mundo em 2 Horas - do The
History Channel - vídeo cheio de buracos, para além de ser repetitivo
nas frações mostradas e re-mostradas o tempo inteiro. Não parece ter sido feito
por tecnocientistas e outros pesquisadores, porque é tosco, bronco mesmo,
infantil, enjoado e errado.
E agora aparece todo tipo de imundície
conspiracionista (as conspirações existem, o mundo é 50/50, o que é chato é
essa impostura baseada em instrumentos de computação gráfica ou modelação
computacional, nas facilidades eletrônicas postas à disposição de um monte de
desocupados) que toma tempo da gente, tempo precioso, principalmente para
aqueles que já passaram dos 60 anos e mantém a curiosidade.
São documentários mentirosos, cheios de
invenções do pessoal que não pesquisa, destinados a outros que pesquisam menos
ainda, principalmente as crianças e jovens que não possuem mais referência
extra Web, que não conhecem livros e outras fontes “antigas” de busca, com
aquele compromisso de pesquisadores responsáveis com a verdade.
É enjoado demais, é repugnante.
Fake, palavra que aprendemos do inglês,
falso. É como os programas modificadores de imagens, Photoshop e outros que
nos fazem desacreditar até da verdade sobre atores e atrizes, a falsa gente de
aluguel.
No caso de A História do Mundo em 2 Horas,
os que realizaram acreditaram naquilo, e mais ainda os espectadores,
principalmente crianças, porque assinado pelo THC, em outras instâncias
respeitado. Porém sei, de ter pensado longamente, lido muito e elaborado o MP,
Modelo Pirâmide, que não pode ser daquela forma, de modo nenhum.
Como agora qualquer um coloca qualquer coisa,
sem validação do Conhecimento e dos pares, jorram bobagens e sandices.
Vitória, terça-feira, 11 de abril de 2017.
GAVA.




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