terça-feira, 11 de abril de 2017


Documentiras

 

Assisti A História do Mundo em 2 Horas - do The History Channel - vídeo cheio de buracos, para além de ser repetitivo nas frações mostradas e re-mostradas o tempo inteiro. Não parece ter sido feito por tecnocientistas e outros pesquisadores, porque é tosco, bronco mesmo, infantil, enjoado e errado.

E agora aparece todo tipo de imundície conspiracionista (as conspirações existem, o mundo é 50/50, o que é chato é essa impostura baseada em instrumentos de computação gráfica ou modelação computacional, nas facilidades eletrônicas postas à disposição de um monte de desocupados) que toma tempo da gente, tempo precioso, principalmente para aqueles que já passaram dos 60 anos e mantém a curiosidade.

São documentários mentirosos, cheios de invenções do pessoal que não pesquisa, destinados a outros que pesquisam menos ainda, principalmente as crianças e jovens que não possuem mais referência extra Web, que não conhecem livros e outras fontes “antigas” de busca, com aquele compromisso de pesquisadores responsáveis com a verdade.

É enjoado demais, é repugnante.

Fake, palavra que aprendemos do inglês, falso. É como os programas modificadores de imagens, Photoshop e outros que nos fazem desacreditar até da verdade sobre atores e atrizes, a falsa gente de aluguel.

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No caso de A História do Mundo em 2 Horas, os que realizaram acreditaram naquilo, e mais ainda os espectadores, principalmente crianças, porque assinado pelo THC, em outras instâncias respeitado. Porém sei, de ter pensado longamente, lido muito e elaborado o MP, Modelo Pirâmide, que não pode ser daquela forma, de modo nenhum.

Como agora qualquer um coloca qualquer coisa, sem validação do Conhecimento e dos pares, jorram bobagens e sandices.

Vitória, terça-feira, 11 de abril de 2017.

GAVA.

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