Banca Infantil
Consideremos os
dados do Almanaque Abril 2002 Brasil,
p. 138, onde aparecem informações sobre a chamada “pirâmide das idades” e a
“população por faixa etária”.
FAIXAS ETÁRIAS DO BRASIL (0 a 17 anos)
|
FAIXA
ETÁRIA (Anos)
|
ABSOLUTO
(Milhões)
|
PERCENTUAL
|
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0 a 9
|
30,2
|
18,9
|
|
10 a 14
|
17,0
|
10,6
|
|
15 a 17
|
10,4
|
6,5
|
|
TOTAL
|
57,6
|
36,0
|
Em resumo, mais de
1/3 do povelite brasileiro era composto de jovens de menos de 18 anos,
totalizando 57,6 milhões em 1999, contingente próximo da Itália na mesma época
(57,5 milhões em 2001). É gente pra danar. Cada uma dessas crianças está
próxima de pai e de mãe, de tio ou tia, de avô ou avó, que gostam naturalmente
deles.
Não obstante, as
bancas de revistas são quase que totalmente voltadas para adultos, não para crianças,
para o quê eu também só acordei agora. Que surpresa tão grande! Eu vivia em
bancas e gastei grande quantidade de dinheiro nelas, porisso tenho também grande
afinidade com elas, ampla ligação. Quero disseminá-las, porque vejo a utilidade
que tiveram, tem e poderão ter ainda mais.
Seria preciso olhar
mais e melhor as bancas.
OLHANDO MAIS E MELHOR
·
Vendo
as formas (ou imagens ou superfícies ou emoções);
·
Vendo
os conteúdos (ou conceitos ou interiores ou razões).
VENDO
AS FORMAS (de modo a agradar às crianças; nas outras, para agradar a adultos)
·
Formas visuais (para os olhos) – conforme as idades
(de colo, meninos e meninas, adolescentes);
·
Formas gustativas (para a língua ou gosto) – dar balas
seria importante;
·
Formas olfativos (para o nariz) – bons fluídos;
·
Formas auditivas (para as orelhas) – que sons legais!;
·
Formas táteis (para o tato ou pegadura) –
experiências de pegar são com elas, mesmo.
Ademais, crianças são menores, embora
os meninos de quinze anos hoje estejam atingindo alturas maiores que as nossas.
Mas deve-se mirar a média de [ (17 + 0) /2 = 17/2 =] 8,5 anos, com a altura
correspondente, que deve ser em torno do metro, rebaixando-se o balcão de
atendimento, a pessoa de dentro podendo ser menor ou até mesmo anão ou anã.
Bancas muito coloridas, cheirosas, com atendimento especial, até com espaço
para “deitar e rolar” (onde for possível), literalmente, deixando as crianças
felizes (e os pais e as mães mais ainda). A Rede Cognata (veja Livro 2, Rede e Grade Signalíticas) diz que
gostoso = GASTOSO (gíria popular) = COMPRADORES, ou seja, gostou = COMPROU. Não
é á toa que se diz: “quem dá bala ao meu filho adoça minha boca”.
E há o prazer próprio deles e delas,
que é o principal, no que podem depois trabalhar inúmeros tecnartistas.
Essa banca pode ser superproduzida e
franqueada no mundo inteiro, em todas as nações, pois em toda parte há
crianças, adaptando-se a cada caso nacional e local. Registrável em cartório de
títulos e documentos Myrian Castello Miguel, Praça Getúlio Vargas, 35, Ed.
Jusmar, salas 911 e 912, Centro, Vitória, ES.
Vitória,
quinta-feira, 18 de dezembro de 2003.
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