terça-feira, 20 de fevereiro de 2018


Investigando Pangeia

 

                              TODA A TERRA

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Também não era assim, os continentes não tinham essas formas com que os vemos em nossos dias, eram diferentíssimos, como venho mostrando (sem o auxílio da computação gráfica e das equações). O conjunto dos 200 milhões de anos seria menos que os 273 milhões da queda do supergrande; está mais para 540 milhões, porque a Grande Explosão Cambriana se deu há 530 milhões de anos e a contagem retrógrada das quedas das flechas supergigantes daria (273 + 260 =) há 533 milhões de anos.

Do jeito que está mostrado acima não passa de mentira, mentirada tremenda, embuste, ficção científica.

Mas nos interessa porque, veja, a Vida geral anterior era mínima, embora o mais importante seja o plâncton, que acumula continuamente segundo a segundo nos bilhões de anos. Depois da Grande Explosão Cambriana a Vida começou a multiplicar tremendamente, de forma alucinante, decerto estimulada pela imensa carga de energia cinética entregue (sempre transformada em outras, como eletromagnetismo). Então, para resumir, a grande acumulação principiou há 533 milhões de anos, teve uma grande extinção há 273 milhões de anos e outra há 65 milhões de anos.

AS GRANDES SOMAS DE CORPOS MORTOS

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Então, a maior parte da formação do petróleo e do gás veio desde 533 milhões de anos, com picos de extinção.

Ora, na fase 533-273 existia PANGEIA, mas não existia GONDWANA-LAURÁSIA; por via de consequência o petróleo desses 260 milhões de anos deve ser buscado fora de PANGEIA, no proto-Oceano e não no páleo-Oceano depois de GL, que é preciso identificar ainda. SÓ DEPOIS procurar no páleo-Oceano.

Mais ainda, é preciso buscar nas proto-plataformas e nos proto-taludes continentais que circundavam o continente único; e nas proto-fozes dos rios gigantes dele, fontes também de ouro e metais preciosos, diamantes e pedras preciosas, sem falar nos esqueletos dos proto-vivos.

Vitória, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.

GAVA.

Os Efeitos de Maré da Lua

 

Veja no artigo anterior, que logo que expulsa na Cúpula do Céu (a bolha-hemisférica que foi formada no Polo Sul), a Lua não ficou desaglomerada (é preciso fazer os cálculos), logo juntou-se e passou a girar a grande velocidade, porque muito próxima (muitos pedaços caíram de volta, outros perderam-se no espaço, talvez Fobos e Deimos sejam pedaços capturados).

APOGEU E PERIGEU TERRA-LUA

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Afélio e periélio Sol-Terra.
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Apogeu e perigeu Terra-Lua.

A Lua está constantemente se afastando da Terra, sinal que esteve mais perto; agora situa-se em média a 375 mil km e provoca esses levantamentos que chamamos de marés. Todo corpo próximo de outro faz isso, mesmo que minimamente.

EFEITOS DE MARÉ (são complexos e levam em conta a ação do Sol, sem falar dos planetas, da Galáxia e do conjunto do universo, todo o resto pequeníssimo; junta rotação e translação da Terra, translação da Lua, rotação do Sol – porisso as marés são tão díspares)

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Obviamente a Lua não se afastou subitamente, da noite para o dia, o ritmo foi exponencial inverso, começando grande no começo e ficando cada vez menor com o passar dos bilhões de anos. Aliás, a Lua é o único corpo do sistema solar que é satélite ao mesmo tempo da Terra e do Sol.

Bem, quando a Lua estava bem pertinho, milhares de quilômetros apenas, como eram os efeitos de maré? A que alturas iam as águas? Isso tinha significado enorme, porque as águas invadiam as praias e a Vida sempre valente tinha de se acomodar ao regime, do que devem existir rastros, os biólogos poderão acha-los nos estratos mais profundos. As praias dos continentes eram bombardeadas duas vezes ao dia com marés altas e as águas recuavam duas vezes também, um constante bater e destruir remodelador das fronteiras terra-água. O solo deve ter sofrido tremendamente no começo.

Algo admirável de se ver, realmente!

Precisamos das equações e da computação gráfica, as crianças ficarão extasiadas, deslumbradíssimas, e os adultos espantados de nunca terem visto essas explicações em parte nenhuma.

Vitória, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.

GAVA.

Tremendos Efeitos de Maré Depois da Queda do Primordial

 

O Sol aglomerou há 5,0 bilhões, a Terra coalesceu há 4,5 bilhões e a primordial flecha que trouxe a água e criou a Lua chocou-se com o planeta há 4,0 bilhões de anos, gerando tempestade de 200 milhões de anos que deu origem á Vida (que é de 3,8 bilhões de anos).

Ao cair no Polo Norte (a Terra tinha eixo perpendicular à eclíptica), definiu-o tal com o é hoje, inclinado 23º 27”), fez propagar ondas que atravessaram internamente o planeta e do outro lado (o futuro Polo Sul) empurrou para fora todo solo sem água (ondas de energia são mais rápidas que as de água), a Cúpula do Céu que viria a ser a Lua (razão para não ter água, nem calor do centro da Terra). O material expulso não se espalhou como dizem, ficou relativamente próximo, se reaglomerou (com a mesma idade que a Terra tinha) e ficou relativamente próximo, gerando na água recém-entregue pelo cometa (ainda estava borbulhando em calor tremendo, com raios incríveis pipocando no céu, correndo para lá e para cá, indo a alturas inacreditáveis, gerando chuvas contínuas intensas, monstruosas, que dissolviam tudo – o céu era basicamente uma cortina de água) efeitos de maré inacreditáveis (porque a média de apogeu e perigeu não estava a 375 mil km, estava a apenas alguns milhares deles), que puxavam a água de um e outro lado da Terra a grandes alturas, os físicos da hidromecânica vão ter de calcular.

Deve ter sido bonito cenário, em termos não humanos ou de qualquer tipo de vida, porque não suportariam as pressões: as águas corriam em quaisquer sentidos e subiam e desciam em marés que não eram as de hoje porque, estando a Lua muito mais perto, girava a velocidade estonteante, e não num dia, sim em horas, talvez.

Que linda vista!

De ficar embasbacado, estonteado.

Quando mais vou raciocinando, mais vou vendo como o universo sempre foi tão belo (como ainda é, como será sempre, mesmo neste nível físico-químico), ainda mais nos estertores das dores do parto.

Maravilhoso.

E quando for modelado em computação gráfica, belíssimo nascimento.

Vitória, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.

GAVA.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018


Onde Está o Consórcio de Rios do Saara?

 

EIS A ÁFRICA (é uma placa, deve ter tudo da Era de Formação: crista das antigas ilhas como arco – pode ser o Atlas, ficaria em oposição ao planalto -, o cráton ou planalto que conduziu a construção, o Grande Canal Salgado, depois Lobato, o Consórcio de Rios, a Floresta Luxuriosa, o grande delta, etc.)

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Temos o Nilo, o consórcio que fica à direita, com seu grande delta, mas onde está o outro grande consórcio?

EIS O SAARA (os tecnocientistas descobriram que já teve vida abundantes, florestas, animais – mas isso é pouco, é uma insignificância perto da grande floresta)

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Como podemos ver, o arco está surgindo onde a Placa Africana está montando na Placa do mediterrâneo, do mesmo modo que a Placa Europeia. Ambas irão esconder totalmente o futuro Grande Canal Salgado hoje Mar Mediterrâneo.

Uma coisa parece certa: há um aquífero associado a cada consórcio, por exemplo, o Aquífero Guarani ao consórcio do Prata; e outro recém descoberto acompanhando o consórcio do Amazonas. É preciso pesquisar os demais grandes rios.

Por outro lado, no Saara há um aquífero que vem sendo usado (e abusado) pelos árabes do Norte, digamos Líbia, Argélia e Tunísia. Agora, onde foi parar o grande consórcio de Oeste, em oposição ao Nilo? Não temos ideia. Seus rastros estão perdidos. Descobri-los seria importantíssimo porque na sua origem esteve o Grande Canal Salgado, depois Lobato, pantanais, charcos e lodaçais com seus grandes dinos, cujos esqueletos devem estar lá, indicando as antigas lagoas.

Essa constituiria mais uma prova da Era de Formação.

Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018.

GAVA.

O Mecanismo das Calotas da Terra

 

A Terra é uma pseudo-esfera com duas hemisferas e duas pseudo-calotas.

TERRA

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Naturalmente o Sol-calor não penetra numa hemisfera, atinge somente a superfície. Como a Terra se inclina 23º 27”, o Sol não incide igualmente.

Ele bate de um lado enquanto a Terra vai girando 15º por hora; como são 360º em 24 horas, é bastante coisa, 1.665 km/h, de modo que a descrição de tudo isso de ar da atmosfera e de águas gerais é extremamente complexo. Quando bate de um lado, esquenta a atmosfera, que se torna menos densa e sobe, revoluteando, criando os ventos, o ar frio vem para o lugar. Enquanto isso, do outro lado está frio, o ar fica mais denso e desce, puxando o ar quente que está na atmosfera ao redor, na calota que dá para a estrela. Ar e água no lado aquecido, ao ficarem menos densos, ao se expandirem pesam menos sobre o fundo dos mares e oceanos – isso, durante alguns séculos nada ocasiona, mas coloque milhões e bilhões de anos e o que acontecerá? Como me afastei das equações, não posso responder, peço ajuda. Seria interessante colocar as equações e os dados rodando nos programáquinas em modelos computacionais ou computações gráficas para podermos acelerar ou desacelerar, juntando também com os outros movimentos que venho apontando.

Isso está ficando cada vez mais interessante!

Porque, agora, temos o mecanismo das calotas, a Era de Formação,  as quedas todas e suas consequências, as bolas de fogo e de gelo, a interação dessas coisas, a Bandeira Elementar (ar, água, terra/solo, fogo/energia, no centro a vida) geral operando furiosamente.

Se tivessem me falado dessas coisas na escola eu não só teria ficado entusiasmadíssimo como provavelmente teria me orientado para a geologia, paleontologia e as correlatas. Pelo contrário, mostraram aquela coisa insossa da Terra girando em volta do Sol, aquela mesmice tremenda de fazer dormir os alunos que olhavam os mapas-múndi e os Atlas. Arre, credo, que nojo! Alunos pequenos, como disse Fernando Pessoa de outro modo, são retratos de professores pequenos.

Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018.

GAVA.

Os Superdeltas dos Consórcios dos Rios

 

Os deltas de alguns consórcios de rios atuais são bastante grandes, mas nem se comparam a como eram de 10 mil a um milhão de anos.

DELTAS GRANDES

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Amazonas.
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Prata.
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Nilo.
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Mississipi-Missouri.

Meça no Google Earth, cabem nações de um lado a outro.

Pois bem, quando os consórcios não tinham terminado suas formações, quando todos os afluentes não estavam ainda em reunião, quando desaguavam separados nos oceanos, esses deltas de agora eram fiozinhos de água perto dos antigos.

Isso tem imensa utilidade prática, porque os humanos vão aonde as águas estão e se assentam nas margens, movendo-se conforme elas se movimentam para a esquerda e para a direita, para frente e para trás, conforme as flechas, os vulcões, o assoreamento e tudo mais. Mudamos e as construções ficam para trás, com seus vasos funerários - no Brasil os sambaquis.

Não adianta nada procurar nas margens de agora, porque são construções recentes, de alguns milhares de anos, enquanto as outras podem ter dezenas de milhares. As antigas fozes podiam ter mil ou dois mil quilômetros de abertura e é preciso buscar nesses lugares, mandando os satélites fotografar tal largura e profundidade.

Eram superdeltas.

Essas coisinhas de agora são grandes para nós, naqueles tempos da Era de Formação eram retalhos da grande colcha continental. Você sabe, ainda estão fechando, ainda estão obliterando, suprimindo progressivamente um quilômetro aqui e outro ali, ao passo que o projeto antigo era rapidíssimo, forças muito mais poderosas estavam operando. Conforme iam aparecendo mais e mais florestas, chovia mais, torrencialmente, no que os americanos chamam de Rain Forest, floresta chuvosa, descendo volumes imensos de árvores arrancadas com raízes e tudo na estação das chuvas. Não admira mesmo nada que os índios e ocupantes nativos vários tenham demorado a ocupar as margens, pois tudo construído podia ser levado da noite para o dia.

Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018.

GAVA.

Os Planetoides Caídos no Sol e os Flares Detectáveis

 

O SISTEMA SOLAR INTEGRAL (vai até 0,5 ano-luz, até a Nuvem de Öort)

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Estando tão longe da periferia, é bem difícil o Sol atrair, mas é preciso lembrar que a soma de todos os objetos do SS dá menos de 1/1.000 da massa da estrela. Em algum momento, especialmente no começo, na formação, nos primeiros 500 milhões de anos, quando a Terra ainda não tinha coalescido como planeta esférico relativamente frio e antes da hiperqueda do primordial há 4,0 bilhões de anos, é bem provável que os Sol atraísse objetos do Cinturão de Asteroides, do Cinturão de Kuiper, da Nuvem de Öort e dos próprios objetos circulando em torno dos planetas – os terrestroides podem ter tido inúmeros objetos circulando-os, como ainda há os NEAR, os objetos próximos.

OS OBJETOS PRÓXIMOS (não esquecer que os satélites artificiais também são)

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Remotamente no tempo muito mais, mas continuando até hoje os objetos são atraídos para o Sol, assim como para Júpiter; de fato, aqueles depois do Cinturão de Asteroides não são puxados pelos gigantes gasosos, só os do CK e da NO. Entrementes, a chance de eles serem capturados por nossa estrela é MUITO MAIOR (os astrofísicos deveriam calcular em cada caso e fazer as computações gráficas).

Por maior que o Sol seja, 1,3 milhão de vezes o diâmetro da Terra, ainda assim a camada superior de sua atmosfera, ao queimar o objeto produz um flare, um relâmpago extremamente poderoso, perto do qual as tempestades solares equivaleriam a uma lâmpada sendo acesa. O Sol ejetaria luz e calor, vento solar poderosíssimo que iria queimar os terrestroides e provavelmente os jupiterianos – fatalmente deixaria marcas profundas, os astrofísicos e astrônomos precisam calcular, porque é mais um elemento trabalhando contra aquela Vida valentíssima para a qual venho chamando atenção.

É chute eu imaginar que atingiria diretamente os 40 milhões de quilômetros até Mercúrio, mas creio que sim, precisamos dos cálculos computacionais-equacionais dos experts, dos tecnocientistas. Porque, certamente, quando havia muito mais restos da Nébula de Formação, o Sol exercia sua atração com frequência, o objeto batia nele, queimava e a reação de fogo se dava, explodindo tudo ao redor. De modo nenhum o sistema solar era calminho como tentaram nos fazer crer.

Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018.

GAVA.