Investigando
Pangeia
TODA A TERRA
Também não era assim, os continentes não
tinham essas formas com que os vemos em nossos dias, eram diferentíssimos, como
venho mostrando (sem o auxílio da computação gráfica e das equações). O
conjunto dos 200 milhões de anos seria menos que os 273 milhões da queda do
supergrande; está mais para 540 milhões, porque a Grande Explosão Cambriana se deu
há 530 milhões de anos e a contagem retrógrada das quedas das flechas
supergigantes daria (273 + 260 =) há 533 milhões de anos.
Do jeito que está mostrado acima não passa de
mentira, mentirada tremenda, embuste, ficção científica.
Mas nos interessa porque, veja, a Vida geral
anterior era mínima, embora o mais importante seja o plâncton, que acumula
continuamente segundo a segundo nos bilhões de anos. Depois da Grande Explosão
Cambriana a Vida começou a multiplicar tremendamente, de forma alucinante,
decerto estimulada pela imensa carga de energia cinética entregue (sempre
transformada em outras, como eletromagnetismo). Então, para resumir, a grande
acumulação principiou há 533 milhões de anos, teve uma grande extinção há 273
milhões de anos e outra há 65 milhões de anos.
AS
GRANDES SOMAS DE CORPOS MORTOS
Então, a maior parte da formação do petróleo
e do gás veio desde 533 milhões de anos, com picos de extinção.
Ora, na fase 533-273 existia PANGEIA, mas não
existia GONDWANA-LAURÁSIA; por via de consequência o petróleo desses 260
milhões de anos deve ser buscado fora de PANGEIA, no proto-Oceano e não no
páleo-Oceano depois de GL, que é preciso identificar ainda. SÓ DEPOIS procurar
no páleo-Oceano.
Mais ainda, é preciso buscar nas proto-plataformas
e nos proto-taludes continentais que circundavam o continente único; e nas
proto-fozes dos rios gigantes dele, fontes também de ouro e metais preciosos,
diamantes e pedras preciosas, sem falar nos esqueletos dos proto-vivos.
Vitória, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.
GAVA.





