Os
Planetoides Caídos no Sol e os Flares Detectáveis
O SISTEMA SOLAR
INTEGRAL
(vai até 0,5 ano-luz, até a Nuvem de Öort)
Estando tão longe da periferia, é bem difícil
o Sol atrair, mas é preciso lembrar que a soma de todos os objetos do SS dá
menos de 1/1.000 da massa da estrela. Em algum momento, especialmente no
começo, na formação, nos primeiros 500 milhões de anos, quando a Terra ainda
não tinha coalescido como planeta esférico relativamente frio e antes da
hiperqueda do primordial há 4,0 bilhões de anos, é bem provável que os Sol
atraísse objetos do Cinturão de Asteroides, do Cinturão de Kuiper, da Nuvem de
Öort e dos próprios objetos circulando em torno dos planetas – os terrestroides
podem ter tido inúmeros objetos circulando-os, como ainda há os NEAR, os objetos
próximos.
OS OBJETOS PRÓXIMOS (não esquecer que os
satélites artificiais também são)
Remotamente no tempo muito mais, mas
continuando até hoje os objetos são atraídos para o Sol, assim como para
Júpiter; de fato, aqueles depois do Cinturão de Asteroides não são puxados
pelos gigantes gasosos, só os do CK e da NO. Entrementes, a chance de eles
serem capturados por nossa estrela é MUITO MAIOR (os astrofísicos deveriam
calcular em cada caso e fazer as computações gráficas).
Por maior que o Sol seja, 1,3 milhão de vezes
o diâmetro da Terra, ainda assim a camada superior de sua atmosfera, ao queimar
o objeto produz um flare, um relâmpago extremamente poderoso, perto do qual as
tempestades solares equivaleriam a uma lâmpada sendo acesa. O Sol ejetaria luz
e calor, vento solar poderosíssimo que iria queimar os terrestroides e
provavelmente os jupiterianos – fatalmente deixaria marcas profundas, os
astrofísicos e astrônomos precisam calcular, porque é mais um elemento
trabalhando contra aquela Vida valentíssima para a qual venho chamando atenção.
É chute eu imaginar que atingiria diretamente
os 40 milhões de quilômetros até Mercúrio, mas creio que sim, precisamos dos
cálculos computacionais-equacionais dos experts, dos tecnocientistas. Porque,
certamente, quando havia muito mais restos da Nébula de Formação, o Sol exercia
sua atração com frequência, o objeto batia nele, queimava e a reação de fogo se
dava, explodindo tudo ao redor. De modo nenhum o sistema solar era calminho
como tentaram nos fazer crer.
Vitória, segunda-feira, 19 de fevereiro de
2018.
GAVA.


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