Conselho do Rio
Olhe só como os
Verdes estão perdendo tempo!
Como existem
milhares de rios no Brasil e muito mais no mundo e sabemos, de tudo que já
estudamos e mais ainda do modelo, que os seres humanos são altamente
dependentes de falar e viciados em linguagem (a linguagem é o maior vício
isolado, pois passar muito tempo sem falar pode enlouquecer as pessoas), razão
pela qual gostamos tanto de nos encontrar e falar sobre tudo e nada.
Assim sendo,
poderíamos ter conselhos de rios, de lagos, de mares, de açudes, de todo tipo
de coisa que contém ou conduz águas de um lugar para outro, até conselho das
chuvas e conselho da atmosfera. É uma oportunidade de reunir pessoas que,
aliás, têm sempre tempo de sobra, como já mostrei (é a falta de ocupação que leva
a tantos conflitos humanos).
CONSELHO
DO RIO
·
Reunião
de PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos e empresas);
·
Reunião
de AMBIENTES (municípios/cidades, estados, nações e mundo).
CONSELHO
DO RIO DOCE
1. Reunião dos estados de Minas Gerais e
Espírito Santo, com participação da União;
2. Reunião dos municípios pelos quais
passa ou que divide;
3. Reunião das pessoas interessadas
(inclusive empresas).
A
CONSTITUIÇÃO DO CRD
(participação especial da Companhia Vale do Rio Doce, CVRD, pelo nome e
interesse, e CST, Companhia Siderúrgica de Tubarão, que é grande e pode ajudar)
·
Grupo
do Conhecimento (mágicos/artistas, teólogos/religiosos, filósofos/ideólogos,
cientistas/técnicos e matemáticos);
·
Governempresas
interessados;
·
Academias
(universidades e institutos);
·
Sindicatos
de trabalhadores e patrões;
·
Associações
de bairros;
·
Escolas
de todo grau;
·
Políticos
do Legislativo, governantes do Executivo, juizes do Judiciário;
·
Ministério
da Defesa (Exército, Marinha e Aeronáutica);
·
Observadores
de outros conselhos (tanto de águas quanto outros não-vinculados ao assunto);
·
Observadores
das ONG’s (organizações não-governamentais); etc.
A
PRODUÇÃOORGANIZAÇÃO DO CRD
1. Museu do Rio Doce;
2. Biblioteca das Águas (padronizada num
mínimo mundial);
3. Tribuna do Rio Doce;
4. Auditórios, estacionamentos e restaurantes;
5. Cinema para exibição de filmes (tanto
os que tratam o assunto das águas, nem que seja marginalmente, quanto
documentários atuais e contratados), etc.
Veja só, há tanto por fazer e a gente
sequer sabia, não é mesmo?
E o Rio Doce é apenas um, entre
milhares, sem falar em lagos, açudes, mares e demais assuntos. Veja só quantos
milhares de pessoas podemos atrair para os debates e o ensinaprendizado ou a
PEDAGOGIA DAS ÁGUAS, digamos assim.
Vitória, sábado, 08 de novembro de
2003.