quinta-feira, 29 de dezembro de 2016


Pirâmide = Simetria

 

                            Mas, pirâmides = PADRÃO = PORTÃO = PASSAGEM. Em que sentido = PIRÂMIDE = PONTO = PLANETA = SANTO, etc?

                            De que maneira uma pirâmide faz sentido? Por quê uma pirâmide seria equivalente a um planeta? Já que mundo = MORTO, devemos entender que planetas são vivos. Neles devem necessariamente estar plantadas (= PIRÂMIDES) as pirâmides? E por quê PIRÂMIDES = PLATINA?

Vemos imediatamente que pirâmides são simétricas, mas em que medida? E de que modo elas constituiriam passagens?

                            Devemos mesmo crer que uma pirâmide seja uma porta?

                            E assim por diante.

                            Que dizer então das traduções cruzadas?

                            Entendi que, por existir o Dicionário Central implícito, TODAS as línguas deverão ser traduzidas para o português e apresentar sentido nesta língua especial. E vice-versa, todas as línguas devem ser mutuamente conversíveis; todas as três mil línguas e todos os cinco mil dialetos. As palavras devem ser traduzíveis internamente numa língua e todas devem sê-lo de uma para outra, de modo que zilhões de compreensões distintas devem ser TODAS verdadeiras também, em todo o mapa passado-presente-futuro do universo = PLURIVERSO.

                            A ser essa coisa verdadeira as compreensões serão multiplicadas por milhares enquanto as incompreensões serão multiplicadas por milhões. Nos tornaremos ignorantes não na proporção do planeta Terra, mas nas de todas as galáxias juntas. Uma incompreensão ou ignorância verdadeiramente incontornável.

                            Vitória, terça-feira, 17 de setembro de 2002.

Patente = Incentivo

 

                            Patente = INTELIGÊNCIA = INCENTIVO, pois PTNT = 0NTGNC = 0NCNT. Por quê uma patente seria um incentivo? E, principalmente, a quê?

                            Eis duas importantes chaves.

                            É incentivo ou estímulo ou incitamento ou encorajamento a que a pessoa (indivíduo, família, grupo e empresa) manifeste = MOSTRE no ambiente (município/cidade, estado, nação e mundo) os produtos de sua consciência, que de outro modo ela egoisticamente manteria para si. Não haveria sobresforço para manifestar seus estados potenciais (= MODELOS ou ESPÍRITOS “INTELIGENCIAIS”, por sinal), tudo ficaria guardado muito para dentro, jamais viria à tona e porisso mesmo não exponencializaria o mundo. A patente é como uma enzima ou catalisador que acelera as reações psicológicas ou racionais.

                            Como diz o povo, então “vem que” as patentes, chocando-se umas com as outras, produzem ainda mais exemplos, levando a essa exponencialização = MUTAÇÃO, matando os velhos cenários e inventando os novos. Assim o mundo se renova numa velocidade incrível e quem possui mais patentes muda mais rápido que os demais. Se os EUA têm mais de quatro milhões de patentes, são eles que mudam mais rápido na Terra. Quem não tem patentes não tem inteligências ou não fornece incentivos. Fica tudo muito igual, sem apelo à liberdade. Os mais competentes têm suas cabeças decepadas pelo retrato pequenino que se faz da coletividade. Ora, quem vai mais longe é quem elege o plano maior.

                            Pela seqüência teríamos: grande projeto de inserção de todos º incentivos à mudança via patentes ou estímulo às inteligências º renovação constante, com crescimento acelerado º liberdade das elites e igualdade do povo.

                            Se segue que patentes são incentivos à mudança, à mutação pessoambiental, as pessoas sendo forçadas a mudar os ambientes pelo estímulo à exteriorização de suas inteligências, através do constante pensamento. Assim, uma proteção de 15 ou 20 anos é dada - o que parece muito - para o enriquecimento presumido do autor e sua redondeza socioeconômica, enquanto a coletividade vai lá e tira dele para a eternidade seguinte sua consciência, se apropria dela a troco de quase nada, relativamente.

                            A patente é, por conseguinte, um incentivo dado à pessoa para que ela permita o trânsito ao ambiente de sua consciência, que de outro modo dela não sairiam ou sequer seriam produzidas. Assim, é um preço relativamente pequeno, ainda mais que os tributos gerais (impostos, taxas, contribuições de melhoria) retomarão uma parte. E, ademais, a riqueza ou dinheiro fica no interior do coletivo de produção. Gera empregos, gera produçãorganização, gera mudanças. É um sistema profundamente esperto. Produz-se o abrigo coletivo através do incentivo ao egoísmo, através do contrário, como dizem o TAO oriental, a dialética ocidental e o modelo.

                            Vitória, quarta-feira, 11 de setembro de 2002.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016


Logo Ali Sooretama e Reserva da Vale

 

DUAS PÉROLAS VERDES

RESERVA DE SOORETAMA.
ES.
RESERVA DA VALE, CVRD.
240 km2
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Ficavam em Linhares.
220 km2

Esses 460 km2 equivalem a 1 % da área do ES. Parece pouco, mas constituem 5,75 vezes a área da Ilha de Vitória, onde assenta parcialmente a capital.

E, dentre outras áreas do Brasil, somam o que sobrou de 1500, o ano do Descobrimento, e da vitalidade da Mata Atlântica, reduzida a quase nada. Estão lá para visitação. Muito já se fez em relação ao passado, mas ainda só atuam passivamente como ÁREAS DE CONSERVAÇÃO imprensadas em nosso cotidiano, agredidas só por serem olhadas cobiçosamente. Não servem agressivamente ao ensinaprendizado das crianças (que vão ser adultas, vão gerir politicamente).

Estão lá à espera de maior e melhor compreensão, de viagens escolares aos montes, de visitação por empresários visando educação, de vídeo aulas (assim com as outras todas), de proteção ATIVA.

Ficam pertinho da capital, 130 km até Linhares e mais um pouco, 50km, menos de 200 km, três horas de viagem.

Não ouço nenhum burburinho positivo governempresarial.

É uma perda, é uma pena.

Vitória, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016.

GAVA.

Rio São José, Lagoa Juparanã, Rio Pequeno

 

Notei isto que irei mostrar de novo, é muito curioso.

RIO SÃO JOSÉ.
LAGOA JUPARANÃ.
RIO PEQUENO.
A cabeceira, efetivamente chamada de São José, mostra uma grande foz assoreada.
Esta é a barriga do Rio São José, tem 36 km de comprimento por uns três de largura.
É este filete de água à esquerda de Linhares, em baixo o Rio Doce quase seco.
Rio São José (Espírito Santo)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O rio São José é um curso de água do estado do Espírito Santo, Brasil. É um afluente da margem esquerda do rio Doce.
O rio São José apresenta 154 km de extensão e drena uma área de 2407 km².[1] Sua nascente está localizada no município de Mantenópolis a uma altitude de 750 metros, junto à divisa com o estado de Minas Gerais.[2] Em seu percurso, atravessa a zona urbana do município de Águia Branca. No município de Linhares, o rio São José desemboca na lagoa Juparanã, a qual se comunica com o rio Doce pelo rio Pequeno.[3]
Alguns trechos do rio São José servem de limite entre municípios. O trecho entre a foz do córrego São Francisco e a foz do rio Braço Sul separa os municípios de Águia Branca e São Gabriel da Palha. Da foz do rio Braço Sul à foz do córrego Dourado, o rio São José é o limite entre São Gabriel da Palha e Vila Valério. O trecho entre a foz do córrego Dourado e a foz do córrego Valério separa Vila Valério e São Domingos do Norte. O trecho da foz do córrego Valério à foz do córrego Lambari é o limite entre os municípios de Vila Valério e Rio Bananal. A partir da foz do córrego Lambari até a lagoa Juparanã, o rio São José separa os municípios de Rio Bananal e Sooretama.[3][4][5]
Lagoa Juparanã
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Lagoa Juparanã localiza-se no município de Linhares, no Espírito Santo, Brasil. O acesso é pelo km 137 da BR-101 norte, a 12 km do centro da cidade.[1] É a segunda maior lagoa do Brasil em volume de água[carece de fontes?]. Seus contornos são de sinuosidade incomparável, dezenas de praias límpidas e serenas, áreas para campismo, enseadas fantásticas, pôr-do-sol de beleza poética e propícia a variados esportes náuticos. A lagoa também entra nos municípios de Rio Bananal e Sooretama.
O nome "juparanã" vem do tupi e significa "mar de água doce".[1]
Ao norte da Lagoa Juparanã, encontra-se a Ilha do Imperador que tem um marco que celebra as duas visitas ilustres que recebeu: O Imperador Dom Pedro II, em 1860 e o então Presidente Getúlio Vargas, em 1954. A ilha mantém sua vegetação natural e, de lá, tem-se uma vista magnífica da extensão da lagoa e também do ondeado das praias; seu acesso é por barcos, e o ponto de terra mais próximo é a Praia em Pontal do Ouro. A ilha do Imperador é patrimônio pertencente ao Governo do Estado e serve de limite físico entre os municípios de Linhares e Rio Bananal.[1]
A lagoa Juparanã possui mais de quarenta praias em suas margens, estando a maioria dentro de propriedades privadas. Das praias de acesso público podemos citar a Praia das Três Pontas, Praia do Caju, Praia do Minotauro (com horário restrito), Praia da Jesuína (em Rio Bananal) e Praia do Patrimônio da Lagoa (em Sooretama).[1]
De estrutura turística nas praias públicas temos restaurantes/bares, eventos culturais e barcos para passeio.
HIDROGRAFIA
http://www.linhares.es.gov.br/Imagens/GIF/Pixel_Transparente.gif
A região fica situada no que se convencionou chamar de Baixo Rio Doce. O delta do rio Doce, com aproximadamente 20 a 30 km de largura, é considerado como um dos mais importantes da costa brasileira, sendo marcado pela influência marinha, formando cordões litorâneos e restingas. Na sua parte interna, ocorrem pântanos e lagoas. Dentre essas, as lagoas Suruaca, Zacarias, Monsarás, Belos Montes e etc., originadas sobre os antigos cordões e paleocanais.
Além do rio Doce, a região possui alguns cursos d'água, e entre os principais cita-se: rio Pequeno elo de ligação da Lagoa Juparanã com o rio Doce, rio São José, rio Bananal, rio Ipiranga, rio da Terra Alta, rio Barra Seca (no limite entre Linhares e São Mateus), rio Cupido, rio das Palmas, rio das Palminhas, rio de Lagoa Nova, rio Monsarás, rio Quartel, rio dos Comboios, rio do Norte (no limite entre Linhares e Ibiraçu), rios dos Amarelos, rio do Limão, rio das Piabanhas e ainda numerosos córregos (ZUNTI, 1982).
No município de Linhares, ao norte do rio Doce, "há uma série de lagoas que ficam alinhadas no sentido leste - oeste. Essas lagoas, entre as quais está a Juparanã, são resultados de vales alagados, em consequência da obstrução da desembocadura de alguns afluentes do rio Doce pela enorme massa de sedimentos que o mesmo deposita no seu curso inferior" (EGLER W., 1962).

Repare que eles tratavam e ainda tratam (mas o Google já corrigiu) como se fossem três entidades e não um rio só, contínuo - com um barrigão enorme, a Juparanã, caso bastante raro de um canhão de dezenas de metros de profundidade que é alto na saída, estancando para trás grande volume de água e deixando vazar somente a água do Rio Pequeno.

Fiquei satisfeito de ter notado.

Vitória, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016.

GAVA.

Para que Serve a Escola?

 

                            Na página 339 e ss., sob o título de Aulas de Filosofia, do livro de Angélica Sátiro e Ana Miriam Wuensch, Pensando Melhor (iniciação ao filosofar), São Paulo, Saraiva, 1997, há uma citação extensa de Walter O. Kohan, professor de filosofia da Universidade de Buenos Aires.

                            Na p. 340 uma das personagens fala: “(...) muito do que fazemos na escola não serve para nada”.

                            É incrível ter de explanar o assunto, mas a Escola (em maiúsculas conjunto ou família ou grupo de escolas, do pré-primário ao pós-doutorado) tem a missão de transferir os conhecimentos (mágicos/artísticos, teológicos/religiosos, filosóficos/ideológicos, científicos/técnicos e matemáticos). É uma corrente de transmissão da forçapoder civilizatória, que liga a roda de trás, passado, à roda da frente, futuro, estando no centro, no presente, a própria pessoa (indivíduos, famílias, grupos e empresas). Infelizmente, não vemos ainda a Escola da Família, a Escola do Grupo e a Escola da Empresa, para não falar das escolas ambientais (município/cidade, estado, nação e mundo).

                            A Vida da Escola é o transmissor racional, enquanto a Escola da Vida é o transmissor sentimental. Esta lida com a emocionalização das pessoas, aquela com a racionalização, a continuidade da razão humana. É claro que, sendo agora momento do trânsito Capitalista de terceira onda, depois do Feudalismo e do Escravismo, e antes do Socialismo, do Comunismo e do Anarquismo, estamos transmitindo conhecimentos capitalistas, em sua maior parte. Mesmo assim, com todo atraso e insignificância atuais, o Ensino não pode ser senão a condição de permanecermos humanos em tão (relativamente) elevado grau.

                            Desse modo, é mais fácil responder para quê não serve a Escola do que listar tudo para quê ela serve, porque ocuparia não alguns livros, mas enciclopédias inteiras.

                            Mas, uma pergunta assim ter sido feita mostra como essa coletividade nossa pode ser julgada atrasada, na medida em que mesmo descontando de serem crianças, ainda existam os que não saibam para quê serve a Escola. A solução para essa ignorância é melhorar ainda mais a Escola, ensinando aos próprios professores.

                            Vitória, quinta-feira, 12 de setembro de 2002.

Joga as Cascas pra Cá

 

A MÚSICA É ESTA (O sentido é o de jogar as desesperanças, os aborrecimentos, os desconcertos, as infidelidades e infelicidades, os desamores, as desavenças PARA LÁ, para longe de si - abandonar)

SAUDOSA MALOCA
Adoniran Barbosa (João Rubinato)
 
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Meu bem
 
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Meu bem
 
Si o sinhô não tá lembrado
Dá licença de contá
Que aqui onde agora está
Esse edifício arto
Era uma casa véia
Um palacete assobradado
 
Foi aqui, seu moço
Que eu Mato Grosso e o Jóca
Construímo nossa maloca
Mais, um dia
Nóis nem pode se alembrá
Veio os home c'as ferramentas
O dono mandô derrubá
 
Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Preciá a demolição
Que tristeza que nós sentia
Cada tauba que caía
Duia no coração
 
Mato Grosso quis gritá
Mais em cima eu falei:
- Os home tá coa razão
Nóis arranja outro lugá
Só se conformemos quando o Jóca falô:
- Deus dá o frio conforme o cobertô
 
E hoje nóis pega as páia
Nas grama dos jardim
E pra esquecê, nóis cantemos assim:
 
"Saudosa maloca
Maloca querida, dim dim
Donde nóis passemos
Os dias feliz de nossas vida"
 
"Saudosa maloca
Maloca querida, dim dim
Donde nóis passemos
Os dias feliz de nossas vida"
 
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Meu bem
 
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá
Joga as cascas pra lá

Aqui darei outro sentido.

PRODUÇÃO NACIONAL DE GRÃOS (gira em torno de 200 milhões de toneladas, já despolpados)

Resultado de imagem para produção brasileira de grãos
Resultado de imagem para produção brasileira de grãos

Imagine a quantidade de cascas!

Centenas de milhões de toneladas.

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Eis o corte da amêndoa do coco, pequeno peso da matéria comestível, a polpa, talvez 10 % ou menos, seria preciso pesar vários e tirar média.

Como disse outrora em relação ao Proálcool, seria melhor ele ser chamado de Provinhoto (para adubação), pois a relação era de 10/90 entre o álcool e o vinhoto, este o principal produto para adubação, aquele o resto energético. Com essas centenas de milhões de cascas poderiam ser produzidos adubo, tijolos prensados, aglomeradores, camas para gado, uma infinidade de coisas: joga as casas pra cá, vamos aproveitá-las.

Vitória, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016.

GAVA.