Praça do Conhecimento
Do Conhecimento
(quiosques da Magia/Arte, lojas da Teologia/Religião, bancas da
Filosofia/Ideologia, barracas da Ciência/Técnica e bazares da Matemática
geoalgébrica). Das barracas C/T teremos para as pontescadas, digamos a científica,
exposições de Física/Química, mostras de Biologia/p.2, exibições de Psicologia/p.3,
apresentações de Informática/p.4, conferências de Cosmologia/p.5, aulas de
Dialógica/p.6. Da pontescada técnica, cursos de Engenharia/X1, palestras de
Medicina/X2, congressos de Psiquiatria/X3, salas de Cibernética/X4, classes de
Astronomia/X5, turmas de Discursiva/X6.
As praças e os
parques estão subaproveitados. São em gerais concessões dos governos ao povo,
coisas insossas, sem gosto, sem prazer, como cavalo dado a que não se pode
olhar os dentes, criticar; devem ser recebidas como dádivas de cima para baixo.
Esse é o mundo triste, abatido, deprimido, jururu, melancólico, sorumbático,
besta, cheio de sofrimento, seja por gosto ou por desgosto de quem o
proporciona.
Enfim, o
Conhecimento sob a forma alegre, de aventura da racionalidade rumo à maioridade
psicológica da espécie humana. Uma festa permanente. E que tenha utilidade para
as empresas, no sentido multiplicativo, de crescimento, de desenvolvimento da
alma da humanidade. Que as empresas possam copiar e colocar aqui e acolá, de
modo a serem muitas as lojas pelo mundo inteiro, coladas mesmo da Praça do
Conhecimento.
É extraordinário que
os seres humanos não tivessem pensado nisso antes! E é uma felicidade ter
pensado justamente a tempo de tornar toda a gente venturosa. É o caso de ir
multiplicando indefinidamente, com a ajuda dos governempresas e dos
tecnartistas preparando muitos e muitos gêneros de praças adaptadas aos gostos
dos povelites ou nações do mundo inteiro. Sendo 220 o número estimado delas,
com uns quatro mil estados, há muito espaço para programação, para todo gênero
de proposta ou construção.
Fico satisfeito não
só de prezar o Conhecimento como de pensar em passá-lo adiante na forma de
grandes festas e prazeres.
Vitória,
quinta-feira, 18 de dezembro de 2003.
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