quinta-feira, 5 de outubro de 2017


Domínio Atlante Geral

 

                            Meu nome é José Augusto Gava.

                            Quando deparei com a Rede Cognata em 1994 comecei a fazer traduções para ver se era válido, como parecia, e desde então tenho feito centenas, talvez milhares, com grandes surpresas. Cada palavra possui muitas traduções, seria preciso ter o programáquina para realizar todas as possíveis do modo mais correto.

                            TRADUÇÕES

·       José = JOSUÉ = JOÃO = BOSE = DOENÇA (é o anticognato de coração, isto é DOENÇA # CORAÇÃO, ou seja, doença = VÍRUS é o que ataca o coração = CRIAÇÃO) = DEUS = DEMÔNIO = TEMPO = DOMÍNIO = DOIS = TREZ = DOZE = TREZE = DISSE = LINHA = TRAÇO = JESUS = DEDINHO e assim por diante;

·       Augusto = ADEPTO = CORRUPTO = ATLANTE = GOVERNANTE = ADMINISTRADOR = CENTRO = CRISTO = ABSOLUTO = GOSTO = CANTO = GRAVITANTE (o que é esquisito, porque a gravidade se concentra no centro de massa, não gravita ou orbita nada) = GENERAL e assim por diante;

·       Gava = G = CRIADOR = CÉU = ORÁCULO (Terra = T = ARQUITETO; o plural seria T’s = ARQUITETOS) = CORRER = QUERER = GERAL = CARO = CARRO = CIGARRO e assim por diante.

Das inúmeras combinações possíveis desponta a do título, DOMÍNIO ATLANTE GERAL (agora que estamos falando de Atlântida). Evidentemente os nomes de todos e cada um dariam combinações às dúzias (e todas devem ser válidas). Há algumas estranhas sugerindo pesquisas: VÍRUS COMANDA QUERER = DEDINHO COMANDA CURA e muitas outras. É esquisito demais, porque tudo deveria ser verdadeiro.

Em termos de nossas pesquisas sobre Atlântida deveríamos esperar (porque posto desde o princípio do mundo como possibilidade) o domínio de Atlântida sobre o planeta inteiro.

Vitória, quinta-feira, 16 de junho de 2005.

Augusta Geração


 

                            Os ufologistas ficariam felizes em descobrir uma supernave de 140 mil km2 e 400 km de diâmetro como a de Atlântida bem no quintal dos Estados Unidos. Que é que poderia dar-lhes mais prazer? Tendo 20 mil anos (antecipados) para gabar eles ficariam completamente extasiados.

                            A lógica do real é completamente diferente de todo esse auê.

                            De fato, pensemos que as coisas são repartidas; que, como disse Trotsky, os conjuntos mudam diferencialmente e uns avançam mais ligeiro que outros; que a acumulação de riqueza e poder não são iguais para todos, nem o exercício pleno da democracia geral; que havendo PESSOAS (indivíduos, famílias, grupos e empresas) e AMBIENTES (cidades/municípios, estados, nações e mundos) que acumulam mais, diante de qualquer fenômeno uns estão à frente e outros atrás no processo de se apossar; que estando a nave Atlântida no quintal dos EUA esses chegarão antes e se apoderarão antes; que com essa diferença inicial as pessoambientes de lá dispararão na frente e constituirão isso que denominei “augusta” (segundo a Rede Cognata = ATLANTE = GOVERNANTE = ADMINISTRADORA) geração (= CRIAÇÃO), quer dizer, aquela primeira geração de 30 anos que se apoderará mais dos processos e objetos (processobjetos) ou de programas e máquinas (programáquinas) de Atlântida, colocando grande distância socioeconômica em relação aos demais.

                            AS GERAÇÕES DE ATLÂNTIDA

Ø  Primeira (ainda terá dúvidas em relação ao alcance e uso do poder);

Ø  Segunda: domínio reverente;

Ø  Terceira: domínio altivo;

Ø  Quarta (120 anos): domínio imperial.

Aquilo que parece fantasia estéril ao nível dos mágicos, brincadeirinha de criança, na prática material assume feições bastante terríveis, pois quando aqueles do CONTATO DIRETO se apoderarem do que estiver lá dentro seus descendentes tomarão a Terra como governantes DE FATO e, através do fato, DE DIREITO. Aquilo que parece festivo na ficção na realidade toma esse jeito bastante grave.

Vitória, sexta-feira, 17 de junho de 2005.

Atlântida no Estaleiro


 

                            Como já vimos, com certeza será criada uma cidade-anel em volta de Atlântida onde se basearão os operários e os engenheiros que irão cavar a imensa capa de detritos e depois, provavelmente, instalar gigantescos macacos hidráulicos por baixo da nave visando erguê-la ao nível do mar onde ela será, talvez, reparada, se tal for possível (pelo menos todos têm interesse em tentar). Evidentemente esses macacos hidráulicos serão os maiores que o mundo viu ou verá, porque o diâmetro da nave é de 400 km ou mais e a área de 140 mil km2. O perímetro ou circunferência dela atingirá os 2.500 km.

                            Os macacos devem ser cravados profundamente no subsolo porque se um só deles sair do prumo, se escorregar todo o imenso peso da nave desabará, com os desastrosos efeitos previsíveis e muito mais trabalho depois. Tudo deve ser extremamente cuidadoso e lento, cada passo milimétrico pensado detalhadamente.

                            OS PASSOS

1.       Instituir a cidade-anel: para começar um fio de navios;

2.       Começar a limpar as cracas e o volume grande de depósitos físico-químicos e biológicos sobre a nave (o que é “parte de cima” numa nave?);

3.      Quando estiver tudo limpo instalar os macacos hidráulicos e começar a elevar a nave (lembre-se, ela caiu, portanto estragou, não podia voar por si mesma – foi porisso que ficou encalhada na Terra);

4.      Toda limpinha e ao nível do mar (ou mesmo antes) começar o reparo e pintura, para fazê-la voltar a 20 mil anos atrás;

5.      Consertar por dentro (desde que saibam como fazer) e colocar em movimento para o 1º teste: LIGAR;

6.      2º teste, de elevação acima do nível do mar;

7.       3º teste, de saída do planeta até o estaleiro espacial;

8.      4º teste, de trânsito no sistema solar interior, depois no exterior, depois para fora, até as estrelas mais próximas.

Isso a par das ondas de mudanças que serão acarretadas na sócioeconomia da Terra.

A instalação desses dois estaleiros por si só já será um épico de proporções inigualáveis.
Vitória, terça-feira, 14 de Junho de 2005.

Atlântida e os Mitos Todos

 

                            No livro de FC ASC (Adão Sai de Casa) tratei os mitos de um modo, procurando colocar todos de que eu me lembrava mesmo que modestamente e não avançando para aqueles sobre os quais pairavam dúvidas. Contudo, em ASC Adão e Eva teriam chegado no limiar do nascimento das civilizações, devido à presença do Vaso de Warka, como está posto lá. Não havia hiato entre seis mil anos e o alvorecer da civilização na Suméria há 5,5 mil anos com o aparecimento da escrita. Até sugeri que foram os adâmicos que a introduziram para seus propósitos de acumulação.

                            Com Atlântida é tudo diferente e muito mais difícil.

                            Pois em tese a nave teria chegado há 20 mil anos e afundado ou assentado há 11,6 mil anos, segundo Platão, que deu ao mundo a confidência do sacerdote de Saís no Egito. Entre 11,6 e 5,5 há mais de seis mil anos, um tremendo buraco que é difícil ou impossível de tampar. Porque, veja, se o barco-nave ou a nave-cidade foi para o fundo do mar, mesmo que os atlantes tenham escapado, pelo menos alguns, e ido simetricamente para o Egito na África e para o México na América do Sul, o que fizeram durante 60 séculos?

                            EXTREMIDADES (chegando nos raios)

Elipse: Saindo daqui...

O povo-da-nave (os atlantes verdadeiros) seria pela natureza das suposições muito esperto e não demoraria seis mil anos para recompor a civilização, de modo nenhum. Teria recomeçado lodo a seguir e a civilização seria seis mil anos mais precoce, ou menos atrasada, e as lendas muito mais antigas. A menos que estejam lá e não saibamos ler!

De modo que com Atlântida é muito mais difícil encaixar os mitos. De fato, não há como, a menos que outras explicações apareçam.

Vitória, sábado, 18 de junho de 2005.

Atlântida e a Mudança de Tudo


 

                            Caso houvesse mesmo uma nave lá onde apontado depois da alegria da descoberta viriam sérios problemas, inclusive os relativos à aceitação das mudanças implícitas, pois sendo de outro sistema estelar foi moldada por outra cultura mundial, a de lá, supostamente muito superior à nossa.

                            SUPERIORIDADE GERAL

1.       Da Magia/Arte (esses, sendo capazes de aceitar quase tudo e estando mais próximos da anarquia poderiam sofrer menos e aceitar mais rapidamente as mudanças);

2.       Da Teologia/Religião (veja, a descoberta pode parecer boa, mas substituiria ou se chocaria com nosso sistema de crenças, submetendo as fés a tremendas pressões – só isso já inquietaria os governempresas todos do mundo, porque eles aprenderam a lidar com o que já existe);

3.      Da Filosofia/Ideologia (quando os sistemas filosóficos já parecem assentados começaria tudo de novo, todos os infinitos debates; os partidos políticos teriam de reinventar-se do zero);

4.      Da Ciência/Técnica (tudo deveria ser revisto para adequar-se a uma visão mais geral e completa que, inclusive, permitiria viagens espaciais);

5.      Na Matemática não seria necessária mudança nenhuma; mas muitos teoremas que não conseguimos provar teriam sido demonstrados.

EM PARTICULAR MUITAS MUDANÇAS NAS CIÊNCIAS


·       Na Física/Química (talvez a Teoria de Tudo já tivesse sido provada e vários usos inesperados das quatro forças tivessem sido evidenciados);

·       Na Biologia/p.2 (muitos avanços na reengenharia genética, verdadeira clonização – tudo isso desde 20 mil anos passados);

·       Na Psicologia/p.3 (domínio de muitas técnicas);

·       Na Informática/p.4 (verdadeiros robôs, andróides, ciborgues, expansão da consciência humana, fusões e seres múltiplos);

·       Na Cosmologia/p.5 (dimensões totalmente novas do espaço profundo, mapeamento da Galáxia e galáxias próximas, quiçá);

·       Na Dialógica/p.6 (que nem conhecemos na prática, só como proposta do modelo).

E do mesmo modo na pontescada técnica, nas 6,5 mil profissões (que poderiam ser muitas mais), nas 22 tecnartes (idem), nas chaves e bandeiras do modelo.

Isso parece bonitinho de fora, mas na hora que começasse a confusão não seria bonito de ver. Depois de tudo quase conhecido (na nossa forma autenticada de desconhecimento atual) deveríamos revirar tudo de ponta-cabeça e começar de novo, com grande humildade. As estruturas do saber e do falso-saber seriam abaladas poderosamente em toda a Terra. Mitos seriam ridicularizados.

Enfim, está parecendo melhor não descobrir que descobrir, pois esse descobrir provocaria uma revolução avassaladora. Não é somente uma nave: é o abalo das fundações da Terra.

Vitória, quarta-feira, 15 de junho de 2005.

As Profundezas do Baikal e dos Outros Compridinhos

 

                            Já mostrei bastante os compridinhos da África, os lagos-de-fissura que ficam na Forquilha de lá.

A FORQUILHA QUE GERA ENERGIA (na realidade é gerada lá para dentro da Terra, mas espirra por ali)


AQUI DEVE HAVER UMA FISSURA (ela criou os cro-magnons 80 ou 70 mil anos atrás) E O LAGO BAIKAL FICA LÁ


O Lago Baikal por sinal é profundo, mais de 1.600 metros no ponto mais fundo; nesse fundo fica mais perto do manto onde borbulham os fogos do magma efervescente e d’onde a radiação mana sem encontrar rochas no caminho: sai mais por unidade de tempo ao ar livre.

GRANDE PROFUNDIDADE (a radiação sai na água, entra em contato direto com os peixes que as pessoas comem ou com o ar que respiram)


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



O resultado é que o volume grande de radiação produzido por unidade de tempo na esfera chega mais rapidamente até a superfície, provocando mais mutações por unidade de tempo. Os racionais reúnem-se ali, seja em razão da água ou porque há mais espécies e maior fartura – questão a estudar.

O fato é que os compridinhos (ficando nas paredes das fissuras) devem ser lugar ideais para mudar constantemente (os primatas em hominídeos, estes em neanderthais, que por sua vez vieram dar nos cro-magnons, porém longe da África pela primeira vez).

Vitória, quarta-feira, 15 de junho de 2005.

 


As Naves Pequenas em Volta da Grande Nave de Atlântida

 

A BORDA DA GRANDE NAVE E AS PEQUENAS NOS LIMITES EXTERIORES (como um trapezóide, cuja diferença entre a base maior e a menor fosse correlativa à inclinação da circunferência)

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

DISCO VOADOR (em corte vertical a grande nave como dois pratos emborcados)

                                                                                                                                                                                                                                                                                          

 

AS NAVES PEQUENAS SITUADAS NAS BORDAS (na direita estariam as pequenas naves em corte vertical, encaixando-se todas e cada uma nas beiradas – como a grande teria 2.500 km de circunferência caberiam 2.500 de um quilômetro de arco, ou 50 mil de 50 metros)

A saída da pequena nave poderia ser tanto do lado que dá para dentro, na grande nave, quanto nas laterais quando em terra.
 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 

Aliás, dá-se uma coisa curiosa. Nos filmes de FC as naves são mostradas fazendo “reversão dos motores”, quer dizer, ligando os motores ao contrário no sentido de pararem. Isso é compreensível para um navio no mar, porque há massa, posta como peso num plano, que é o de navegação, e na linha por onde ele vai; o navio não pode dar cambalhotas, nem pode mudar o leme para o motor jogar ao contrário, em círculo, porque a massa de água a mover é imensa.

No espaço não há nada disso e a nave se comporta como um ponto que - assim como uma esfera - pode ser virado em qualquer direção-sentido; a nave poderia com grande facilidade ser virada 180º para os motores (que continuariam funcionando por trás dela) “reverterem”, isto é, funcionarem agora ao contrário, contra a aproximação, empurrando para fora: se antes estavam aproximando do destino agora passam a afastar dele até zerar a velocidade, quando a pequena nave seria facilmente acoplada à grande, não entrando em grande velocidade e porisso não precisando ser frenada por ganchos ou o que fosse, o que poderia ocasionar desastres. Nunca vi isso na FC ou falado por tecnocientistas.

Então, recapitulando:

1)       De cima a pequena nave teria a aparência de um trapézio levemente arqueado:


 

 

 

 

 


2)      De lado seria um corte dos dois pratos emborcados:


 

 

 

 


3)      De frente pareceria dois retângulos, com a divisória estando ao nível da circunferência maior (uma parte subindo e uma parte descendo)


 

 

 


4)     De trás seria um retângulo:                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           

E à grande nave pareceria faltar dente quando uma nave pequena se ausentasse.

Em resumo, os conceitos estão todos errados.

Na realidade à FC falta lógica, porque ninguém se propôs pensar a utilidade, só o prazer superficial, as imagens.

Vitória, sábado, 18 de junho de 2005.