Quatro Academias
Policiais
Como vimos no artigo
deste Livro 55, Duas Polícias,
devemos ter pares, um homem e uma mulher, conforme desenhado lá.
INICIALMENTE
DUAS (não é
preconceito, é utilidade, remontando à psicologia que as cavernas desenharam)
·
Academia
dos homens
·
Academia
das mulheres
Depois, é preciso notar que há corpo e
há mente em cada um.
FINALMENTE
QUATRO (cada uma
com observadores dos outros três)
·
ACADEMIA DOS HOMENS
1. Treinamento do corpo masculino
2. Treinamento da mente masculina
·
ACADEMIA DAS MULHERES
1. Treinamento do corpo feminino
2. Treinamento da mente feminina
A seguir devemos pensar que há sete
níveis no modelo:
SETE
SALAS PARA A MENTE
·
Povo policial (alcance mínimo - soldados);
·
Lideranças policiais (cabos e sargentos);
·
Profissionais policiais (os que cuidam de perícias
de laboratórios, policiais biomédicos, etc. - oficiais);
·
Pesquisadores policiais (detetives com grau de
mestrado e doutorado – investigadores prateóricos);
·
Estadistas policiais (definidores de políticas
da corporação);
·
Santos/sábios policiais (que definem as estratégias
mundiais, nacionais, estaduais e municipais/urbanas);
·
(Não
existe nenhum policial iluminado; mas também não há em qualquer profissão –
como podemos pensar, os iluminados são rebeldes, não se encaixam em nada).
A
PROTEÇÃO DA ACADEMIA
·
Lar policial (dentro e fora; as de dentro são as instalações
de treinamento);
·
Armazenamento policial (devem ser vários,
segmentados e secretos, não sejam eles atacados todos de uma vez);
·
Segurança policial (da segurança – os bandidos
haveriam de querer atacar o centro, se houver descuido; cair na repetição seria
o supremo erro);
·
Saúde policial (seria estranho admitir
doenças mentais e corporais);
·
Transportes policiais (é crucial a mobilidade,
daí a necessidade de engenheiros e de estar na linha mais avançada da frente de
ondas da eficácia em transportes).
A
CHAVE DO LABOR POLICIAL
·
Policiais
operários (deixar entrar
estranhos na Academia é enfraquecê-la);
·
Policiais
intelectuais (devem pensar de
fora e de dentro o passado, o presente e o futuro da Academia);
·
Policiais
financistas (uma linha de
reserva deve ser constituída; mas deve ser mínima, pois a força/poder policial
serve aos governos, não o contrário, e disso não pode restar dúvida democrática
NUNCA);
·
Policiais
militares (uma linha de ligação
com as FA, forças armadas, deve estar sempre disponível);
·
Policiais
burocratas (não podem se
confundir nem com os governamentais nem com os empresariais – todavia a
separação deve ser interna também, pois quem começar aqui não pode ir para as
ruas nem vice-versa).
Enfim, o modelo tem muito a dizer da
reorganização das forças policiais, mas dá para ver, rememorando do que sabemos
das atuais FP, que estas estão profundamente atrasadas em relação ao potencial
exigido. Não é à toa que estão perdendo de levada para os bandidos.
Vitória, quinta-feira, 18 de dezembro
de 2003.
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