terça-feira, 18 de abril de 2017


Quatro Academias Policiais

 

                            Como vimos no artigo deste Livro 55, Duas Polícias, devemos ter pares, um homem e uma mulher, conforme desenhado lá.

INICIALMENTE DUAS (não é preconceito, é utilidade, remontando à psicologia que as cavernas desenharam)

·        Academia dos homens

·        Academia das mulheres

Depois, é preciso notar que há corpo e há mente em cada um.

FINALMENTE QUATRO (cada uma com observadores dos outros três)

·        ACADEMIA DOS HOMENS

1.       Treinamento do corpo masculino

2.      Treinamento da mente masculina

·        ACADEMIA DAS MULHERES

1.       Treinamento do corpo feminino

2.      Treinamento da mente feminina

A seguir devemos pensar que há sete níveis no modelo:

SETE SALAS PARA A MENTE

·        Povo policial (alcance mínimo - soldados);

·        Lideranças policiais (cabos e sargentos);

·        Profissionais policiais (os que cuidam de perícias de laboratórios, policiais biomédicos, etc. - oficiais);

·        Pesquisadores policiais (detetives com grau de mestrado e doutorado – investigadores prateóricos);

·        Estadistas policiais (definidores de políticas da corporação);

·        Santos/sábios policiais (que definem as estratégias mundiais, nacionais, estaduais e municipais/urbanas);

·        (Não existe nenhum policial iluminado; mas também não há em qualquer profissão – como podemos pensar, os iluminados são rebeldes, não se encaixam em nada).

A PROTEÇÃO DA ACADEMIA

·        Lar policial (dentro e fora; as de dentro são as instalações de treinamento);

·        Armazenamento policial (devem ser vários, segmentados e secretos, não sejam eles atacados todos de uma vez);

·        Segurança policial (da segurança – os bandidos haveriam de querer atacar o centro, se houver descuido; cair na repetição seria o supremo erro);

·        Saúde policial (seria estranho admitir doenças mentais e corporais);

·        Transportes policiais (é crucial a mobilidade, daí a necessidade de engenheiros e de estar na linha mais avançada da frente de ondas da eficácia em transportes).

A CHAVE DO LABOR POLICIAL

·        Policiais operários (deixar entrar estranhos na Academia é enfraquecê-la);

·        Policiais intelectuais (devem pensar de fora e de dentro o passado, o presente e o futuro da Academia);

·        Policiais financistas (uma linha de reserva deve ser constituída; mas deve ser mínima, pois a força/poder policial serve aos governos, não o contrário, e disso não pode restar dúvida democrática NUNCA);

·        Policiais militares (uma linha de ligação com as FA, forças armadas, deve estar sempre disponível);

·        Policiais burocratas (não podem se confundir nem com os governamentais nem com os empresariais – todavia a separação deve ser interna também, pois quem começar aqui não pode ir para as ruas nem vice-versa).

Enfim, o modelo tem muito a dizer da reorganização das forças policiais, mas dá para ver, rememorando do que sabemos das atuais FP, que estas estão profundamente atrasadas em relação ao potencial exigido. Não é à toa que estão perdendo de levada para os bandidos.

Vitória, quinta-feira, 18 de dezembro de 2003.

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