Ebulição I/C
Já abordei muitas
vezes a questão da evolução, no aparecimento do Conhecimento (Magia/Arte,
Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, ciência/Técnica e Matemática), nele da
pontescada científica (Física/Química, Biologia/p.2, Psicologia/p.3,
Informática/p.4, Cosmologia/p.5, Dialógica/p.6) e da pontescada técnica
(Engenharia/X1, Medicina/X2, Psiquiatria/X3, Cibernética/X4, Astronomia/X5,
Discursiva/X6), portanto, na pontescada T/C da Informática/Cibernética.
Daí vemos que a
evolução/revolução/reevolução (ou avanço/salto/reavanço) traz a evolução =
EBULIÇÃO = CAOS, etc., como paradigma = PROGRAMA, etc., darwiniano, conforme
podemos traduzir na Rede Cognata (veja Livro 2, Rede e Grade Signalíticas).
As evoluções se
deram no patamar biológico/p.2 através de acumulações como os congelamentos
desenfreados provocados por superexplosões dos supervulcões, pela queda de
meteoritos e cometas e outras catástrofes, conforme já discutimos. O que
provoca esses represamentos no nível psicológico/p.3 nós também já estudamos de
passagem várias vezes.
Independente do que
provocará finalmente a vazão para o nível informacional/p.4, que nós vimos que
será constituído de novos-seres, estes surgirão de cambulhada também, numa
grandíssima profusão, numa multiplicação inacreditável, cuja estabilização se
dará progressivamente em torno de quatro vertentes fundamentais, uma das quais
achará a saída para o nível seguinte cosmológico/p.5. Em lugar daquela
superordem que todos esperam para a Terra o que veremos mesmo será a
multiplicação que a evolução traz, de uma quantidade inimaginável de formas, no
sentido de refletir toda necessidade que se poderá postular frente a um mundo
muito mais largo, alto e profundo que em vez de se colocar apenas na Terra se
espalhará por todo o Sistema Solar, inicialmente próximo e depois distante,
multiplicando as atuais potências de 30 trilhões de dólares por ano, sei lá,
por milhões até a ordem produtivorganizativa dos quatrilhões, quintilhões ou
até sextilhões de dólares (ou o que estiver valendo então).
Nós nem pensando
muito poderemos saber o que será isso. Só quem estiver lá, então, poderá olhar
para trás e ver como nós éramos tão simples e infantis, em nosso orgulho
desmedido de agoraqui.
Vitória,
sexta-feira, 14 de novembro de 2003.
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