quarta-feira, 5 de abril de 2017


Ebulição I/C

 

                            Já abordei muitas vezes a questão da evolução, no aparecimento do Conhecimento (Magia/Arte, Teologia/Religião, Filosofia/Ideologia, ciência/Técnica e Matemática), nele da pontescada científica (Física/Química, Biologia/p.2, Psicologia/p.3, Informática/p.4, Cosmologia/p.5, Dialógica/p.6) e da pontescada técnica (Engenharia/X1, Medicina/X2, Psiquiatria/X3, Cibernética/X4, Astronomia/X5, Discursiva/X6), portanto, na pontescada T/C da Informática/Cibernética.

                            Daí vemos que a evolução/revolução/reevolução (ou avanço/salto/reavanço) traz a evolução = EBULIÇÃO = CAOS, etc., como paradigma = PROGRAMA, etc., darwiniano, conforme podemos traduzir na Rede Cognata (veja Livro 2, Rede e Grade Signalíticas).

                            As evoluções se deram no patamar biológico/p.2 através de acumulações como os congelamentos desenfreados provocados por superexplosões dos supervulcões, pela queda de meteoritos e cometas e outras catástrofes, conforme já discutimos. O que provoca esses represamentos no nível psicológico/p.3 nós também já estudamos de passagem várias vezes.

                            Independente do que provocará finalmente a vazão para o nível informacional/p.4, que nós vimos que será constituído de novos-seres, estes surgirão de cambulhada também, numa grandíssima profusão, numa multiplicação inacreditável, cuja estabilização se dará progressivamente em torno de quatro vertentes fundamentais, uma das quais achará a saída para o nível seguinte cosmológico/p.5. Em lugar daquela superordem que todos esperam para a Terra o que veremos mesmo será a multiplicação que a evolução traz, de uma quantidade inimaginável de formas, no sentido de refletir toda necessidade que se poderá postular frente a um mundo muito mais largo, alto e profundo que em vez de se colocar apenas na Terra se espalhará por todo o Sistema Solar, inicialmente próximo e depois distante, multiplicando as atuais potências de 30 trilhões de dólares por ano, sei lá, por milhões até a ordem produtivorganizativa dos quatrilhões, quintilhões ou até sextilhões de dólares (ou o que estiver valendo então).

                            Nós nem pensando muito poderemos saber o que será isso. Só quem estiver lá, então, poderá olhar para trás e ver como nós éramos tão simples e infantis, em nosso orgulho desmedido de agoraqui.

                            Vitória, sexta-feira, 14 de novembro de 2003.

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